Páginas de internet em que os utilizadores inserem regularmente artigos (posts), organizados cronologicamente dos mais recentes para os mais antigos com o objectivo de partilharem informações e pontos de vista sobre um determinado tema.
O conteúdo reflete os interesseses do(s) autor(es) que combina(m) opiniões pessoais com ligações para outras páginas;
A possibilidade de os utilizadores fazerem comentários às mensagens facilita a discussão suportada por outras fontes de informação (imagens, artigos da intenet) que podem ser partilhadas com pessoas com os mesmos interesses.
Vários fornecedores do serviço: Blogger, Wordpress, etc.
- fácil de criar;
- flexibilidade
- oferecem oportunidades para estender a discussão para fora da sala de aula
- o imediatismo dos blogues encoraja uma nova visão sobre a partilha de informação - sites interativos;
O modo de funcionamente de muitos para muitos permite a criação de uma rede de aprendizagem que permite aos utilizadores dos blogues adquirir informação de forma rápida e transmitir o que aprenderam
pode ser facilmente utilizado pelos tutores tanto para alargar o campo de reflexão à volta de um tema como para consolidar alguns pontos de aprendizagem
.diários pessoais e de auto-reflexão - desenvolvimento da expressão escrita
. facilidade de adicionar nova informação à discussão - facilitam o acesso rápido a novos recursos;
. possibilidade do estabelecimento de ligações com especialistas e com opiniões fora do universo da sala de aula ou da instituição;
. combinação do trabalho individual com a interacção social - possibilidade de promoverem a análise crítica e a reflexão sobre determinados tópicos
- dificuldade em seleccionar a informação realmente útil
- possibilidade de utilização inadequada (ex. inserção de comentários desagradáveis ou despropositados)
espaço público - pode desencorajara a participação de alunos menos seguro; relutantes em exporem publicamente os seus pensamentos;
necessidade de manutenção constante ou os leitores perdem o interesse e deixam de contribuir
. invisibilidade - facilita a não participação dos alunos na comunidade de aprendizagem - exige atenção e moderação da discussão por parte dos professores para o evitar
falta de conhecimentos técnicos - treino
falta de motivação para comunicar e para trocar ideias - cuidado na pogramação das actividades
criar um blogue relacionado com o curso ou com a disciplina que seja regularmente actualizado - para os alunos nao perderem o interesse.
dar aos alunos uma lista de alguns blogues activos e pedir-lhes que os vejam antes de começarem a inserir os seus comentários
pedir aos alunos que criem um blogue sobre um assunto do seu interesse pessoal, relevante para o curso
pedir aos alunos para lerem e avaliarem os blogues uns dos outros - focar a atenção dos alunos no que é essencial
wiki
sítios web colaborativos para partilhar texto e outros recursos
característica principal - edição aberta - possibilidade de ser criada colaborativamente - a informação pode ser editada por qualquer um dos eus utilizadores mas essa possibilidade pode ser permitida ou negada por passwords
o rápido crescimento da wikipedia, a enciclopédia online gratuita, escrita em várias línguas ajudou a popularizar os wikis como uma ferramenta eficaz para criar e partilhar grandes quantidades de conhecimento complexo.
deu significado à passagem para a web 2.0 - utilizadores são encorajados a contribuir e a interagir com outros utilizadores em vez de serem apenas recipientes passivos da informação estática - atitude face à informação diferente: enquanto a informação impressa sugere que esta é imutável e autoritária; wikis criam um ambiente no qual a informação é encarada como fluida e flexível e, mais importante ainda, construída e possuída pela comunidade
facilidade de edição
mais versátil do que uma página normal
promove deliberadamente a participação na criação do conteúdo quer através da revisão do texto ou da adição de ligações para outras páginas web (na wikii ou noutros sítios web) para complementar a informação fornecida.
através da participação de vários autores que adicinam ou revem a informação o wiki a qualidade da mesma é automaticamente controlada - informação errada ou desadequada é facilmente identificada e corrigida
permitem interação assíncrona entre pares
podem incluir imagens, som e texto
podem ser adoptados como repositórios de informação sobre áreas de interesse de especialistas: curso universitario, grupo de investigação, empresa cujos empregados se encontrem espalhados pelo mundo...
principal premissa - crença na na construção partilhada do conhecimento - consistente com o Construtivismo - foco nos conteúdos centrados no aluno em vez dos dos conteúdos criados pelos professores que os alunos devem ler e interpretar.
flexíveis- possibilidade de de alterar a organização da informação. apresentação pode ser alterada, seções podem ser apagadas de modo a chegar a um consenso entre todos.
a maior parte permite que os utilizadores comparem a versão atual com as anteriores e perceber quem efetuou as alterações - podem ser usadas para construir projetos colaborativos ao mesmo tempo que permitem que a contribuição de cada aluno seja tida em conta
permitem desenvolver a capacidade de selecionar a informação relevante e correta nos alunos
permitem criar facilmente páginas web e alterar/corrigi o texto em colaboração com os pares de mod a criar uma versão comum com que todos concordem.
Informação não é fixa, ams flexível e modoficável de modo a ir de encontro às necessidades de uma comunidade de utilizadores.
podem ser abertas ou fechadas
no geral não requerem grandes conhecimentos técnicos nem a sua utilização implica a necessidade de formação - utilizadores podem concentrar-se nos conteúdos em vez de se distrairem com a tecnologia
promovem o trabalho em grupo e a criação de informação entre pares e a contextualização do conhecimento através das ligações do texto para outros recursos relevantes.
facilidade de utilização e de acesso - promove a sua utilização para a criação de projectos comuns, na resolução de problemas , brainstorming, criação de listas de referências complexas a informação com links.
ideal para criar coesão de grupo, definições e fontes de informaçãoentre comunidades online.
permitem a organização de recursos e a edição e participação assíncrona de utilizadores distribuídos geograficamente e ligações para outros recursos digitais incluindo repositórios de imagens e e-portefólios
facilidade de acesso e de edição e o ambiente aberto, sem monitorização - conteúdo pobre sem relevância contextual
a falta de qualidade tem sido frequentemente apontada - pode ser aproveitada para ensinar os alunos a fazer os seus p´roprios juízos de valor sobre a correção da informação
escrita colaborativa implica auto-disciplina
várias vantagens em relação à escrita tradicional: capacidade de entender os comentários e o feedback de outros utilizadores; de estabelecer ligações para outras fontes digitais de conhecimento
algum planneamento prévio e regras de utilização claras podem ajudar os lunos a utilizar esta ferramenta da melhor maneira
a flexibilidade - pode permitir a criação de efcetivas bases de conhecimento dinâmicas partlhá-las para mais comentários
tanto permite actividades simples (criação de uma lista das coisas a fzer) como actividades mais complexas (e-portfolio ou as actividades de um grupo de investigação interdisciplinar)
reflexão do grupo sobre a forma como a informação se organiza, especialmente em áreas complexas e abrangentes e como pode ser apresentada em em pequenas secções com hiperligações
podcasting
ficheiro audio que pode ser descarregado e escutado num iPod , num leitor de MP3 (mobile study) ou num portátil ou num computador.
Video podcasts (vidcast /vodcast) - acompanhar apresentações Powerpoint, referir materiais visuais
blogcast - uma junção de duas ferramentas: blogue e podcast - o blogue contem o texto associado e permite a indexação e pesquisa do podcast
podcasting = iPod (Apple computer's portable media player) + broadcasting
pode referir-se tanto ao conteúdo como ao processo.
qualquer pessoa com acesso à internet e a capacidade de ouvir ficheiros áudio num computador ou em qualquer dispositivo portátil pode escutá-los
alunos como criadores de conteúdos e participantes em projectos de aprendizagem autênticos; aprendentes activos em vez de consumidores passivos de informação
utilizados para:
avaliação
como parte de e-porfólios
projectos colaborativos
Universidades podem usá-los para difundir por todos os alunos
determinadas palestras
intercâmbios entre várias culturas
discursos de convidados
algumas usam-nos para faciltar o acesso a palestras de alunos com certos tipos de deficiência, que faltaram às aulas ou a todos como forma de revisão
Educação a distância - forma de proporcionar um ambiente mais rico do que o texto para os alunos
. possibilidade de ouvir várias vezes
. flexibilidade e portabilidade
. recurso áudio para alunos cegos e de educação a distância
. possibilidades variadas para os alunos criarem conteúdos
. custo relativamente baixo
. ideal para pequenas ntroduções às aulas
. boa forma de ocupar os tempos mortos (viagens entre aulas)
comparada com a palavra escrita, a palavra dita pode influenciar a cognição (maior compreensão) e a motivação (criando aideia da pessoa que diz as palavras). o audio é uma ferramenta poderosa para transmitir sentimentos, atitudes e criar uma atmosfera.
em cursos online - ajudam a desenvolver uma atitude positiva dos alunos em relação`Aos professores e conferem informalidade e divertimento à educação formal
ajudam os alunos a envolverem-se com os materiais de aprendizagem
limitações na área da transmissão de informação complexa e detalhada que necessite de ser processada, desconstruída logicamente ou que implique grande concentração
menos eficaz a transmitir detalhes e factos- lembramos melhor opiniões e argumentos do que factos e dados quando os ouvimos
menos fácil de navegar do que o texto - ocupação do tempo de estudo menos eficiente
possiveis problemas de direitos de autor e maior dificuldade de pesquisa
no ensino superior - os podcasts têm sido utilizados essencialmente para gravar palestras - necessidade de mudar esta atitude que encara os podcasts como apenas mais um meio de di~fusão da informação
necessidade de os transcrever pra alunos com dificuldades auditivas e para facilidade de acesso- aumenta o trabalho que a sua criação implica
deve ser profissional- com qualidade- um bom podcast tem a ver com a mensagem, o conteúdo e não com a tecnologia
bom meio para transmitir emoção, personalidade e conteudos em número limitado - texto deve ser utilizado para conteúdos muito extensos
como todas as tecnologias - pod cast deve ser um complemento para melhora e não p+ara substituir - o objectivo deve ser motivar o aluno para os conceitos do curso
dicas para manter a atenção dos alunos:
alternar os oradores, mudanças na conversação, mudanças de ritmo, relacionar o assunto com as experiências dos alunos
conceber projectos relevantes, autênticos e divertidos para os alunos fazer os próprios podcasts
integrar em cursos online com ligações fortes a outras actividades e recursos - promover a aprendizagem activa e a colaboração
devem ser gravados frequentemente e incluir as novidades e o feedback
e-portfólios
colecções electrónicas de documentos e outros objectos que atestam o que determinado indivíduo aprendem ou alcançou
no ensino superior - podem ser usados num cruso, programa ou a nível da instituição
termo pode referir-se ao software, a forma particular de apresentação dos conteúdos ou aos conteúdos em si
principal desefio - motivar os alunos para materem o seu e-portfólio - tensão entre o controlo da instituição e a propriedade do aluno
software - ainda imaturo - muitas institu~ções desenvolvem o seu próprio software em versão aberta
a nível individual - e-portfólios podem tornar-se um registo portátil, de todos os resultados alcançados ao longo da vida - vantagens - um registo certificado das qualificações educativas, recurso abrangente em que se basear nas entrevistas para empregos e promoções
ao nível de um curso - podem fornecer um incentivo forte para que os alunos assumam o controle da sua aprendizagem.
podem promover a reflexão sobre a aprendizagem e deste modo promover uma abordagem mais aprofundada em que os alunos relacionam os novos materiais com os conceitos que já lhes são familiares.
Ao nível intitucional ou de programa - são ideais para promover o estabelecimento, por parte dos alunos, dos seus próprios objectivos. - promovem a revisão e a discussão do trabalho do aluno bem como o registo do seu progresso em direcção aos seus objectivos.
usados como instrumentos de avalição entre pares ou de auto-avaliação podem ser utilizados para desenvolver capacidades como a reflexão e o espírito crítico, a capacidade de avaliar e de dar respostas a diferentes pontos de vista, a capacidade de avaliar o próprio trabalho e o dos pares
como instrumento de apresentação - fornecem aos alunos a possibilidade de seleccionarem uma parte do seu trabalho para fins específicos como uma entrevista de emprego ou uma apresentação numa aula - o sftware permite diferentes niveis de acesso
usados para trabalhos de grupo - e-portfólios de grupo
- alguma semelhança com os blogues - reflexão
podem conter podcasts - convergência vários tipos de redes sociais
quando usados pelas instituições como essencialmente instrumentos de avaliação - alunos deixam de os considerar uma ferramenta de aprendizagem ao longo da vida e encaram-nos como um requisito de um curso
o desenvolvimento de praticas de reflexão por parte dos alunos exige persistência, habilidade e dedicação por parte dos professores
software pouco desenvolvido - problemas de compatibilidade, mudanças de curso, ewmprego, etc.
actividades formativas e iterativas com comentários do professor e dos pares
relacionar actividades de reflexão com o resultado da aprendizagem no curso e promover a reflexão sobre outros assuntos e outras perspectivas
dar exemplos de escrita reflexiva para que os alunos percebam do que trata
tornar a sua utilização divertida dando a possibilidade aos alunos de controlarem a sua apresentação
integrar o e-portfólio com o espaço de trabalho online dos alunos - promover a actualização regular
fornecer apoio, conselhos sobre o que se considera prova de aprendizagem
Redes Sociais
redes sociais tornarram-se muito populares entre os jovens de um momento para o outro
oferecem uma rede intercativa de amigos, perfis pessoais, blogues, grupos, fotos, música e vídeos internacionalmente
muitos sites deste tipo - uns mais especializados do que outros
MySpace - rede social generalista , permite que os membros criem perfis únicos que se podem ligar através de redes de amigos;
membros podem ver os perfis uns dos outros, comunicar com velhos amigos, partilhar fotos, fazer comentários e descrever os seus interesses
Facebook originalmente desenvolvido desenvolvido para alunnos do secundário e universitários, posteriormente disponibilizado para qualquer utilizador com um endereço de e-mail- muitas pessoas juntam-se a uma ou mais redes : localização geográfica, local de emprego ou escola
Facebook - o site mais utilizado para partilhar fotos (ultrapassou o Flickr) e o sexto mais visitado nos EUA
mensagens
argumento para a utilização das redes sociais na educação:
professores têm a responsabilidade de desenvolver nos alunos competências que lhes permitam lidar com as relações virtuais e perceber o que a amizade significa na nova cultura social criada pela web 2.0. É sabido que as áreas sociais dos fóruns usados na educação superior recebem mais visitas e mensagens do que as conferências educativas. desde a introdução dos fóruns educativos nos anos 90 que os educadores perceberam que a comunicação social é um aspecto importante da aprendizagem
outro argumento - a oportunidade para a criatividade dos alunos: nos perfis ou nas fotos e músicas que lhes adicionam
sentimento de pertença, oportunidade de explorar a própria identidade.
facilidade de utilização
ferramenta assíncrona com muitas das vantagens dos fóruns educacionais: acesso flexível, registo escrito das comunicações
essência - a ideia de juntar comunidades online e de poder participar nelas.
possível desinteresse face a novidades
alguns casos de professores e de empregadores que baseiam as suas decisões nos perfis
problemas de acesso - págnas mal construídas
habito viciante - os alunos visitam frequentemente a sua página para verem as novidades e fazem-no até durante as aulas.
em vez de proibir a utilização das redes sociais nas aulas, ensinar os alunos a discernirem quando, onde e com que objectivo a utilização da tecnologia pode ou não ser apropriada.
oferecer oportunidades para os alunos:
descriminarem conteúdo em redes sociais
não aceitarem prefis apenas de acordo com o aspecto
darem-se conta que para além dos pares, marketers, autoridades universitárias, etc. podem ter acesso aos seus perfis
discutirem a menlhor maneira de construir o perfil e o significado de se apresentarem online
marcadores de páginas sociais
(social bookmarking)
listas de recursos na internet que os seus utilizadores acham úteis e que estão acess´veis para todos ou para grupos específicos outras pessoas com os mesmos interesses
organizados por categorias ou etiquetas (tags)
a crescente popularidade dos marcadores sociais e a competição entre diferentes sites - levou ao aparecimento de outros serviços para além da partilha de marcadores: classificação, comentários, possibilidade de importar e de exportar, adicionar notas, revisões, ligações para e-mail, notificações automáticas, subscrição de feds....etc.
surgiu do desejo de partilha de ligações e de marcadores com indivíduos com interesses semelhantes
tem tanto a ver com necessidade de juntar pessoas como com a necessidade de ligar pessoas comsítios online relevantes
tagas - palavras-chave não hierarquizadas - podemos utilizar tantas quantas quisermos
pode ser mais fácil e flexível do que a utilização de categorias
várias possibilidades de utilização na educação:
grupos podem criar uma rede para partilharem recursos que encontrem durante um período de trabalho em conjunto
especialistas podem partilhar os seus marcadores com os menos experientes
estudantes individuais podem partilhar os seus recursos com os sues pares
gerir a quantidade de informação na internet é muito difícil, os marcadores sociais são uma maneira de partilhar essa dificuldade
ferramenta ideal para a investigação - permite ao utilizador seguir as fontes e os comentários; o investigador pode até etiquetar os marcadores com * para indicar a sua qualidade e utilidade
facilidade de utilização
facilidade de acesso - qualquer dispositivo com cesso à internet, sem necessidade de descarregar ou de instalar nada.
podem ser partilhados publicamente - partilha
classificação de acordo com a maior utilização - classificação de acordo com a utilidade que os utilizadores lhe atribuem
- falta de palavras-chave predefinidas
etiquetagem errada devido a erros ortográficos
etiquetas que podem ter mais de um significado e ser pouco claras
utilizadores com sistemas pouco claros de etiquetagem
abusos de utilização - spammers
desenvolvimento de actividades com os alunos sobre a melhor maneira de classificar a informação
Partilha de fotos Flickr
publicação de fotos online - partilha com outros (publicamente ou em privado)
funcionalidade disponibilizada tanto por sítios de internet como por aplicações que permitem o carregamento e a publicação de imagens
permitem vários tipos de visualização (thumbnails, slideshows
anotações
classificação em albuns
comentários
flickr - o sítio de partilha de fotos mais popular actualmente
características de outras ferramentas que a tornam numa plataforma de uma comunidade online
etiquetas nas fotos - permitem a pesquisa por categorias
usada por bloguers como repositório de fotos
possiblidade de adicionar anotações às imagens - com muito interesse para a educação
facilidade de criação de grupos públicos ou privados; cada um tem espaço para a partilha de fotos e um fórum de discussão
acesso rápido às imagens etiquetadas com as palavras chave mais populares.
categorização das fotos em grupos com o mesmo título
vários tipos de licenças de utilização
imagens que podem ser usadas em muitos aspectos do ensino que ajudam a desenvolver as capacidades de literacia visual
no processo - ajudam os alunos a perceebr os direitos de propriedade intelectual, ao mesmo tempo que aprendem a utilizar as aplicações
todas as disciplinas podem animadas pelo uso apropriado de imagens
a associaçao de imagens permite a associação de ideias de modo a que determinada palavra possa ser associada de várias maneiras.
vários significados/utilizações para uma mesma palvra
flickr - ferramenta fácil de usar
tem vindo aser cada mais utilizado como sítio de armazenamento de fotos sobre pelos bloguers e pelos utilizadores do Macintosh e do linux
problema do fácil acesso a imagens inapropriadas
- inapropriado para a educação
- para outros permite desenvolver o espírito crítico sobre uma coisa que irão utilizar
utilização da funcionalidade de fazer anootações para fazer comentários às imagens
desenvolver actividades que levem os alunos a criar os seus próprios grupos de imagens
actividades em que tenham de pesquisar etiquetas e analisar a forma como foram e devem ser utilizadas
second life
abriu ao público pela primeira vez em 2003
criado pelo Linden Lab, na California
ambiente virtual 3D multiutilizador
Um mundo definido pelo utilizador, no qual as pessoas exploram, comunicam e fazem negócios
mais de 7 millhoes de pessoas habitam o SEcond LIfe que suporta um mercado no qual as transações involvem milhoes de dolares por mês. os residentes criam e detêm os direitos de propriedade sobre os seus produtos e serviços virtuais
Cada utilizador cria um avatar e personaliza-o
avatares andam, voam e fazem gestos e podem ter uma aparência semelhante à real ou muito diferente
podem comunicar por chat , partilhar ficheiros e documentos e eventualmente teleconferência
presença virtual - ajuda a desenvolver uma comunidade especialmente na educação a distância
não é um jogo -não tem um objectivo e a maior parte dos recursos não são de utilização restrita
ambiente multi-utilizadores como o Second-life constituem um novo tipo de espaço de trabalho colaborativo
espaço único e flexível para educadores interessados na educação a distância, trabalho colaboratvo suportado por computador, simulação, estudos sobre novos media, formação em empresas
como suplemento do ensino tradicional - oportunidade para enriquecer curricula existente
educação a distancia - oportunidade para desenvolver actividades síncronas
boa maneira de introduziy perspectivas internacionais - alunos de todo o mundo podem participar em discussões e trabalhar em projectos de grupo
ao contrário dos fóruns, os alunos no SL não podem passar despercebidos - a sua presença está visível para todos
a qualidade da interacção no SL é o que o distingue dos fóruns e jogos online - não substitui a comunicação face a face, mas é mais apelativa do que a comunicação por texto
oportunidade de utilização da simulação num ambiente seguro para melhorar o ensino experimental, permitindo aos utilizadores treinar as suas capacidades, experimentar novas ideias e aprender através dos próprios erros
a possibilidade de se preparar para experiências reais semelhantes através de simulações - potencial ilimitado
muito prevem que os mundos real e virtuais acabarão por se fundir - iremos habituarmo-nos ao MEtaverse como parte do nosso dia-a-dia.
Cada vez mais pessoas trabalharão em mundo virtuais
dsiponibilidade a nível global, poucas exigências para entrar
oferece oportunidades para usar a simulação
experiência imersiva
ilhas privadas - espaços intranet seguros com acesso restrito
ajuda técnica
apesar de relativamente fácil de utilizar, sem formação os alunos podem ter dificuldades em desenvolver as capacidades de navegação - pode ser frustrante
a existência de chta apenas tarvés de texto
o aspecto de desenho animado dos ambientes criados
atividades menos apropriadas facilmente acessíveis
oferece a oportunidade de praticar os princípios de Construtivismo - de permitir que os alunos aprendam em vez de serem ensinados
Fóruns online
é essencialmente um sítio da internet composto por discussões (threads) na forma de uma série de posts escritos pelos membros. As discussões permanecem guardadas no sítio do fórum para que possam ser lidas sempre que quisermos ou até que o administrador do fórum as apague.
Discussões podem ser organizadas cronologicamente ou hierarquicamente ( cada mensagem é uma resposta a uma mensagem inicial)
O administrador tem; tipicamente, a possibilidade de editar, apagar, mover ou alterar de outra modo as discussões no fórum.
Pode também o poder de aceitar, recusar ou banir membros. Ao contrário dos wikis, os fóruns não permitem a edição das mensagens de outos membros.
Ao contrário dos blogs, os fóruns permitem que qualquer pessoa dê início a um tema de discussão. Nos blogues embora qualquer pessoa possa fazer comentários, o número de pessoas que pode criar uma entrada é geralmente muito limitado. A utilização conjunta num curso pode criar aos alunos o problema de decidirem onde devem deixar as suas reflexões ou comentários.
flexibilidade
conveniência - disponíveis 24 horas, 7 dias por semana
mais equilibrado em relação ao ensino tradicional - maior participação dos alunos mais tímidos - minimiza o medo e a intimidação face aos colegas
detalhes das discussõespermanecem disponíveis ao longo do curso
natureza assíncrona da comunicação - permite respostas cuidadas, reflectidas, discussão mais aprofundada
permite a participação de alunos mais reflectidos -maior tendência para participarem na discussão
o professor - encarado como um moderador - encarado por muitos alunos como mais acessível do que nos cursos presenciais
permitem a participação na discussão de alunos de outras turmas
uma resposta do prfessor a uma pergunta pode beneficiar todos os alunos
oportunidade para os alunos reverem a informação e formularem os seus pensamentos - treino para a avaliação
comunicação assíncrona - requer maior motivação e disciplina por parte dos alunos para participarem
a comunicação apenas através do texto -
considerada desincentivadora por muitos alunos - falta da linguagem corporal
repostas refletidas - impedem respostas imediatas
alguns alunos consideram injusto que mesmo aqueles que não participam podem beneficiar da leitura das mensagens
a forma de organização das mensagens pode ser confusa - discussão pode sair do bom caminho
permanência das discussões - relutância de alguns alunos
trabalho colaborativo difícil de concluir quando alguns alunos não participam
criaçãode um espírito de comunidade promovendo a realização de actividades partilhadas entre alunos e professores, assegurando a crítica construtiva, promovendo a motivação, e fornecendo ferramentas de avaliação com feedback atenpado/oportuno
suporte técnico deve ser disponibilizado para treinar e dar apoio contínuo a alunos e professores
forncer ligações relacionadas e listas de recursos que sirvam de suporte às discussões
o nº de mensagens não é indicativo adequado do desenvolvimento da comunidade - os fóruns com maior percentagem de interacção entre alunos ou entre o aluno e os conteúdos demonstram um sentidode comunidade mais forte
mensagens vídeo
existe uma série de ferramentas que permitem a videoconferência e a partilha de ficheiros entre um grupo pequeno de pessoa na web: Windows Messenger , Flashmeeting Knowledge Media Institute
Fáceis de utilizar, não dependem de equipamentos caros, de apoio técnico ou de instalações específicas - mais próximos das mensagens instantâneas do que da videoconferência
dificuldade em encontrar um termo que descreva estas ferramentas genericamente - evolução muito rápida - adição de novas características e funcionalidades de outras ferramentas
Mensagens vídeo - vídeoconferência no desktop, mensagens intantâneas, voz atrvés de IP (VOIP), streaming vídeo
ferramentas ideais para tutoriais e seminários para pequenos grupos de alunos geograficamente dispersos.
Ferramentas de trabalho em tempo real, mas no caso do FlashMeeting pelo menos é possível gravar a sessão para a visionar posteriormente - ideal para alunos que não conseguem assistir à sesão em tempo-real.
maior parte permite que aoenas uma pessoa fale de cada vez - eliminaação de confusões e de sobreposições. No entanto os outros participantes podem enviar mensagens de texto.
FlashMeeting- inclui outros modos de comunicação: partilha de URLs, emoticons e votaçõesquepodem ser utilizados ao mesmo tempo que a
comunicação principal é transmitida
outras funcionalidades: whitboard, upload e download de ficheiros
usado em várias escolas da Europs, Ásia e nos Estados Unidos; gratuito, oferece um ambiente seguro - ideal para alunos que querem praticar uma língua ou as capacidades de comunicação e para trabalhos desenvolvidos em conjunto em muitas áreas curriculares
uma maneira barata de criar uma parceria internacional - depende apenas de uma webcam, não necessita do equipamento de videoconferência muito caro
as interacções por vídeo são mais ricas e complexas do que as utilizam apenas o texto, sobretudo ao nível do contexto do computador individual- permite a realização de outras actividades paralelas
algumas destas ferramentas são bloqueadas pelos firewalls (Netmeeting)
banda larga è necessária para a ligação vídeo
criar actividade entre pares que possam beneficiar da interacção em tempo real
e-books
versão electrónica de um livro convencional
pode ser lido no ecrã num computador , portátil, PDA ou até um dispositivo criado especificamente para a leiturade e-books
diferentes tipos: formato do ficheiro, diversidade de funções, facilidade de utilização
natureza experimental e em permanente actualização - desafio à ideia convencional de um livro - e-books podem conter clips de áudio e filmes, hiperlinks para outras fontes de infiormação.
por definição os e-books são portáteis mas variam muito na nº de funções que suportam- alguns apenas permitem a navegação pelas páginas, muitos permitem a pesquisa do seu texto, alguns permitem anotações ou fornecem ligações que permitem que os utilizadores troquem mensagens electrónicas entre eles.
o e-book pode ser a versão electrónica do livro em papel mas tb pode existir apenas na versão electrónica
cada vez mais o acesso é disponibilizado na internet
Project Gutenberg - objectivo de popularizar os e-books através de um repositório alargado de livros digitalizados e que colocou no domínio público milhares de e-books.
permite a circulação e actualização rápidas de textos a um custo comparativamente baixo, particularmente no que respeita a textos muito especializados que exigem actualizações frequentes.
a incorpporação de links para ferramentas participativas como fóruns ou um wiki externo, permitem uma interacção entre o autor e o leitor que leva por vezes à criação de conteúdos por parte do leitor que complementem o e-book original - construção partilhada do conhecimento - recurso ideal da pedagogia construtivista - alguns temem que possa minar a autoridade e a fiabilidade do e-book enquanto recurso primário
permite a pesquisa do texto e saltar de secção em secção rapidamente
anotações
sublinhar o texto
alterações do texto
o text inicial pode ser acompanhado por outros recursos digitais para criar um recurso de parendizagem rico: imagens (estáticas ou dinâmicas) ficheiros de som, ligações para outras fontes de informação
facilidade de publçicação - produção, marketing e actualizações baratos - texto actaulizado
possibilidade de pesquisa - atrativo sobretudo em livros maiores
possibilidade de aumentar ou alterar a fonte, ou até de ouvir o texto - maior flexibilidade para utilizadores com dificuldades de leitura.
possibilidades de copy/past - preocupações com a possibilidade de plágio
podem ser de utilização complexa
muitas imagens ou sons - podem aborrecer alguns utilizadores
como em relação às wikis, a autoria colectiva ou colaborativa desafia muitas das convenções em relação aos direitos de autor e de pertença do texto
difrenças de formato dos ficheiroes em que são disponibilizados - dificulta o acesso
a necessidade de um computador ou outro dispositivo semelhante pode ser limitativa
muitos utilizadores ainda prefrem imprimir o texto em vez de o lerem no ecrã
fromação sobre a utilização do software apropriado
usar documents com ligações - direccionar os alunos para a informação importante
recordar palavras-chave ou expressõespara fazer pesquisas no livro
descarregar, quando permitido, o e-book para tornar o acesso menos dependente da localização
encorajar os alunos a usar documentos com ligações para criarem as próprias notas e comentários
mensagens instantâneas
Instant Messaging (IM) forma simple de comunicação online síncrona que permite que dois ou mais utilizadores de computador comuniquem através de ligação através da rede.
Meio principal: texto
algumas redes de IM disponibilizam outras funcionalidades:audio, video
mensagem de estado: permite saber se utilizador está ocuoado, disponível ou longe do computador - mais semelhante com a comunicação por telefone do que o e-mail
pessoas não são obrigadas a responder imediatamente às mensagens que recebem- menos intrusivo
previsão - IM irá ultrapassar o e-mail como principal ferramenta de comunicação online
organização dos contactos numa lista
ferramenta que encoraja o contato entre os alunos e a faculdade -
importante para desenvolver reciprocidade e a cooperação entre alunos distantes, utilizado na colaboração em grupos - para coordenar trabalho online, trocar URLs,etc
como ferramenta síncrona oferece a vantagem do feedback instantaneo e a conveniência de estar disponível a partir de vários locais.
facilidade de utilização
forma de comunicação gratuita desde que se tenha acesso a um computador, imediata e aceite por utilizadores de todas as idades
meio de comunicação preferencialmente utilizado por pessoas tímidas e com deficiências auditivas
possibilidade de gravar uma conversação.
riscos de segurança. intercepção de mensagens, virus
possibilidade de interrupção do trabalho a qualquer momento
considerado uma perda de tempo que encoraja o mexerico, a utilização errada ou pobre da língua e outros comportamentos perigosos: conversação com estranhos, bullying
usar para desenvolver um sentido de comunidade mais forte especialmente nos cursos online
usar para permitir a comunicação entre membros de turmas diferentes -
encorajar os alunos para a utilizá-las para coordenarem o trabalho colaborativo
Skype
Sype tornou a utilização do VoIP (voice- over IP) numa ferramenta popular certamente porque oferece chamadas gratuitas ilimitadasentre utilizadores da internet em qualquer lugar do mundo
disponibiliza tb IM - utilizadores têm acesso a IM, e-mail e uma ligação telefónica de qualidade alta comninados numsó programa
o software é fácil de utilizar e gratuito
skycasting permite conversas através do telefone com até 100 indivíduos
permite a gravação das conversações (VOIP)
muitas e varidas utilizações na educação
apoio aos alunos remotos
interacções autenticas com falantes nativos no ensino das línguas
integração de uma perspectiva multicultural através da interacção global
ferramenta útil para a investigação: intrevistas pelo telefone, ou recolha de feedbacka dos alunos
possibilidade deconvidar especialistas para um curso online
chamadas gratuitas para outros utilizadores
qualidade do som - mantém os tons altos e baixos - particularmente interessante para professores de línguas
como acontece com outras tecnologias em tempo real, as comunicações através do skype oferecem comunicação imediata e oportunidades para feedback directo
permite também a troca de ficheiros grandes
permite ver quem está disponível para conversar
problemas de segurança
encorajar o contacto com os pares
convidar um especialista para proporcionar uma experiência em tempo real
jogos e simulações
Embora não sendo novos na educação, os jogos têm sido modificados pelas tecnologias da comunicação e da informação. Os jogos de computador, por exemplo, podem ser jogados nos computadores, na TV, consolas, dispositivos móveis e podem estar armazenados num CD-ROM, DVD ou online.
Jogos de simulação permitem que os jogadores controlem factores como das populações aos poluentes, dos sistemas de transporte às transações, atracções em parques temáticos às relações familiares, equipas de futebol
Os jogos tendem a ser menos reais , mas mais divertidos, as simulações têm usualmente grande realismo.
A maior parte dos jogos têm objectivos , regras,desafios, os jogos da web 2.0 têm interactividade. Na maior parte dos jogos mais populares a chave para o sucesso consiste em decifrar as regras e não em manipular joysticks. alguns jogs oferecem um ambiente imersivo no qual os alunos se involvem tanto intelectualmente como emocionalmente
As simulações tendem a ser mais flexíveis quando ao final e permitem que os alunos façam o que quiserem dentro dos limites do mundo virtual.
simulações permitem que o tilizador explore dinamicamente o domínio modelado e no ambito da educação a natureza interactiva, dinâmica e aberta das simulaçoes coloca o utilizador no comando e cria uma experiência de aprendizagem válida. os jogos sim tem valor na medida em que a tecnologia permite que o utilizador experiencie uma versão simulada da realidade ou prática reais.
jogos interactivos permitem que os alunos compitam não apenas entre eles, ams também contra alunos distantes - oportunidade de desenvolvimento de equipas que competem à distância
Bons jogos de simulação podem exemplificar princípios efectivos de aprendizagem que permitam que os alunos manipulem e evaliem conceitos em vez de se limitarem a reproduzi-los.
O jog deve ser mais do que um exercício para os estudantes. deve permitir-lhes partilharem uma experiencia comum e usá-la como ponto de partida para discussões mais aprofundadas.
Simulações - apropriadas quando existem modelos matemáticos subjacentes, quando um sistema pode ser simplificado para investigar o efeito de alguns critérios importantes, quando a nossa compreensão das propriedades de um sistema beneficia quando são examinadas dinamicamente..
Em cursos de gestão, por exemplo, as simulações são muitas vezes construídas à volta de actividades de role-play - As pessoas de uma organização podem ser simuladas por agentes artificiais cujas acções não são determinadas e as alterações na organização resultam numa variedade de consequências.
Problem -solving - uma característica dos jogos que suportam a aprendizagem é a de que desafiam e apoiam os jogadores a explorar e ultrapassar problemas cada vez mais complexos e por isso aprendem melhor como lidar com esses problemas em contextos smelhantes no futuro.
Bons jogos desafiam os limites das capacidades dos alunos e assim permitem-lhes desenvolver as suas competências
Soluções alternativas - a segunda característica - os jogos oferecem a possibilidade dos jogadores experimentarem acções alternativas em contextos específicos e depois experienciarem as consequências das suas opções
em todas as simulações há multiplos caminhos que os estudantes podem seguir, geralmente os alunos jogam a simulação várias vezes, seguindo difrentes caminhos para verificarem como os resultados diferem porque não existe apenas uma resposta certa, ou um vencedor. As multiplas possibilidades permitem-lhes desenvolver os seus constructos de decisão.
Práctica - a aprendizagem através dos jogos é um processo de prática e interacção constantes através de tarefas cada vez mais desafiadoras através das quais os jogadores compreendem gradualmente conjuntos de dados subjacentes e sistemas de regras.
Ao contrário da leitura de um livro, jogar um jogo implica competência para interpretar imagens, sons, acções e também palavras escritas.
Jogar com sucesso um jogo depende da capacidade do jogador reconhecer as características multimodais do jogo e portanto aprender a sua gramática subjacente e a forma como comunica sentido. Os jogadores testam o mundo virtual de um jogo através de hipóteses, voltam a testá-lo com base nessas hipóteses e depois, de acordo com os resultados obtidos, aceitam ou refazem essas hipóteses. Este processo é muito semelhante ao procedimento básico do método científico.
Identidades diferentes - os jogos podem oferecer a experiência de explorar e de desenvolver identidades diferentes bem como as ferramentas e prácticas que as suportem. Os jogos são mais do que problemas simples ou puzzles; são micro mundos e em ambientes deste tipo os alunos desenvolvem um sentido muito mais firme da forma como determinados processos sociais estão interligados e como os difrentes campos de conhecimento se ralcionam uns com os outros.
Motivação - os alunos que utilizam jogos descobrem que as actividades difíceis podem ser atrativas, fascinantes e divertidas quando incorporadas numa história ou num contexto com significado. A motivação e a ideia de significativo são aspectos que apreciam nos jogos e esses por outro lado tornam a aprendizagem mais eficiente. A aprendizagem colaborativa pode melhorar o processo de aprendizagem na medida em que os jogos encorajam os alunos a trabalhar em conjunto e sugerem difrentes estratégias e soluções à medida em que interagem com o ambiente de aprendizagem do jogo.
Multiplas modalidades - os alunos que são alunos visuais tendencialmente
gostam de aprender através dos jogos porque geralmente os jogos reforçam a aprendizagem através do som da imagem
alcançar o meio termo entre divertimento, jogar, e aprendizagem é muito difícil. muitos jogos são banais e outros demasiadamente complexos
o maior desafio consiste em criar jogos efectivos. as instituições educacionais não têm geralmente os recursos dos produtores comerciais de jogos, mas os alunos estão habituados à qualidade e ao dinamismo dos jogos comerciais.
jogos comerciais tendem a apresentar personagens, géneros e raças esteriotipadas. os jogos educacionais podem corrigir este aspecto. de qualquer modo o jogo, a interacção e a história devem servir de suporte e estar subordinados aos processos de aprendizagem e aos objectivos do conhecimento. o objectivo geral não é jogar mas aprender num ambiente atrativo e efectivo. personagens, história e interacções devem ser relevantes para o contexto de aprendizagem de determinada disciplina ou serão frustrantes.
Jogar pode ser viciante e muitos jogos comerciais estão cheios de viol^wencia e de comportamentos agressivos. Os jogos educacionais podem contrariar isso sendo orientados para a acção - acção não no sentido de violência ou velocidade mas no sentido de encorajamento constante para fazer coisas. A ideia geral é de motivar, ser activo, ser alguém desempenhar uma missão, alcançar objectivos, ser recompensado
jogos devem:
desenvolver as capacidades dos alunos testando os seus limites;
ter as suas raízes na realidade ou apresentarem forte consistência interna e lógica
é importante que o jogador nunca fique bloqueado mas possa abandonar o jogo, mudar de estratégia, etc.
a estrutura e a navegação devem ser completamente claras sem funcionalidades escondidas,botões ou deamasiadas surpresas.
princípio orientador da navegação - simplicidade e relevância
Possibilidades de uso da Web 2.0 no contexto educacional
Blogue: diário-online. Recurso que possibilita publicar textos, imagens (estáticas e animadas), vídeo e áudio. Na atualiazção de um blog podem colaborar educadores e alunos sem limitações de horários nem geográficas. Podem também ser inseridas hiperligações para diversos projetos temáticos permitindo um maior intercâmbio. Dois exemplos de plataformas para criação de blogues: www.blogger.com , www.wordpress.com Num blogue podem reunir-se também diversos recursos por forma a facilitar a comunicação assíncrona e guiar o participante. Seguem-se alguns exemplos de recursos interativos:
Ferramenta que permite criar um avatar animado, escolhendo a imagem, as roupas, o plano de fundo e inserindo um áudio gravado pelo utilizador. Exemplo de um recurso Voky Intruções de uso - quando abrir deve clicar no símbolo do play. Repare na interatividade do recurso quando desloca o cursor.
Ferramenta que permite criar um mapa interativo com os participantes e colaboradores de um blogue ou website. Cada participante tem a possibildade de assinalar a sua zona geográfica e dessa forma, quando estiver online, os restantes saberão mais acerca dele.
Permite escrever textos colaborativos de maneira quase síncrona e ter acesso ao histórico de versões anteriores do texto produzido, podendo recuperá-las.
Wiki significa rápido em havaiano. Esta tecnologia permite que os textos sejam criados e modificados diretamente pelo utilizador. Um wiki pode ser mantido por um grupo de pessoas de diferentes localidades, como no caso da Wikipedia, a enciclopédia colaborativa mundial em que o conteúdo pode ser editado, copiado e distribuído por qualquer pessoa. Pode ser utilizado tanto como recurso de pesquisa como também para alguma contribuição.
Plataforma wiki, que permite a criação de um site colaborativo completo, com fórum e galeria de imagens integrados. A edição é simples como a de um blog e pode-se criar comunidades virtuais nele.
O professor e os alunos podem usar esse site para colar lembretes ou desenvolver pequenos textos colaborativos. Pode ser utilizado como ferramenta colaborativa ou quadro de recados compartilhado.
Estudo Aprendizagem informal e utilização das TIC nas PME Portuguesas O presente estudo consiste na avaliação de uma nova realidade emergente que é a aprendizagem informal no contexto empresarial nacional e, mais particularmente nas PME portuguesas. Até à data não existem estudos que identifiquem e caracterizem o uso que os colaboradores das empresas dão às TIC e aos contextos informais em situação de trabalho, tendo como objectivo específico a aquisição de novas aprendizagens com valor para as empresas. Devido às “Social Computing Skills” que envolvem aprendizagens imediatas e de “Seep Learning” através do recurso à wikipédia, blogs, Youtube, Google, redes sociais e profissionais; o processo de aprendizagem está a transformar-se e está a aumentar a autonomia de aprender de cada um. O recurso a plataformas Open Source pode potenciar os novos negócios e melhorar os desempenhos profissionais sustentados em ambientes favoráveis à aprendizagem e ao conhecimento, resultando em inovação com a criação de valor para a empresa e para o mercado. As aprendizagens com recurso às TIC permitem à empresa o acesso a um mercado global via Web, utilizando ferramentas de comunicação e marketing eficazes para a empresa. No âmbito das estratégias empresariais, as entidades vem desenvolver redes de a prtilha de informação e capacidades entre empresas, e entre estas e outros parceiros tais como universidades, centros de investigação e tecnologia. As empresas devem estar presentes na internet podendo reforçar a comunicação e a retoma da formação e do treino em posto de trabalho em contextos formais e informais, num país em que existe o hábito do aprender fazendo. Com este estudo pretende concluir-se que a aplicação da Web 2.0 nas empresas é remoto estando o desafio no lado das aprendizagens e das dinâmicas económicas e sociais. Devem ser encontradas condições que potenciem a emergência de novas competências evitando o atraso dos indivíduos e organizações voltando a centrar as questões de criatividade e de inovação a para da problemática da inclusão e exclusão, seja ela social, digital, tecnológica ou outra. O actual paradigma da economia exige por parte da sociedade uma nova atitude cultural e organizacional mais aberta à mudança, à aprendizagem e à inovação, enquanto factores determinantes de competitividade das empresas e da economia.
No actual contexto, o acesso à informação, a sua partilha e as redes que lhe estão subjacentes constituem vectores essenciais de uma boa gestão sendo indispensáveis na lógica do acesso aos mercados. O mundo em que vivemos apresenta várias características que, não podemos ignorar, tais como a globalidade, virtualidade, aceleração, networking, conectividade, ubiquidade de comunicação. Estas são algumas das marcas que moldam o nosso quotidiano. Devemos perceber os sinais emergentes da sociedade, assumindo a aprendizagem e a inovação como factores decisivos na mudança e da competitividade. Em pleno séc. XXI estão a dar-se mudanças que estão a transformar as empresas e a sociedade. Estas mudanças dizem respeito ao nascimento de novos modelos de inovação e aprendizagem em colaboração aberta e em estreita colaboração com os consumidores e clientes, fornecedores e parceiros de negócios, onde as redes sociais sustentadas em tecnologia web 2.0 são exemplos incontornáveis. É importante dar-se um alinhamento estratégico entre a aprendizagem, o conhecimento e entre as mudanças sociais e organizacionais. Foi aplicado um estudo pioneiro relativo à utilização da Web 2.0 nas empresas portuguesas. O objectivo deste estudo consistia em contribuir para a reflexão sobre ferramentas Web 2.0 no plano empresarial visualizando a sua adesão actual pelas PME e projectando os seus contornos futuros. Para além da aplicação tas tecnologias Web 2.0 foi importante considerar para o estudo a aplicação da Web 2.0 como suporte ao trabalho colaborativo e de acesso ao conhecimento. Após o processo de investigação obtiveram-se resultados ainda surpreendentes uma vez que a adopção de TI 2.0 nas PME (no contexto da aprendizagem) é um desafio primordialmente organizacional e humano e só depois tecnológico. Existe espaço para uma estratégia de apoio à adesão das PME que passará sempre por um trabalho de aumento de maturidade dos processos de colaboração. A adopção de Tecnologias de Informação (TI) 2.0 nas PME (no contexto da aprendizagem) é um desafio primordialmente organizacional e humano e só depois tecnológico. É necessária uma abordagem multidisciplinar que enquadre a introdução de ferramentas 2.0 nas PME no contexto de uma mudança de paradigma de aprendizagem social e organizacional.
A nova oportunidade (ferramentas Web 2.0) encontra uma aderência ainda incipiente na realidade das PME portuguesas. Apenas um pequeno grupo de empresas diferenciadas na sua Gestão está alerta para o fenómeno TI nas suas dimensões mais recentes, designadamente organizacionais. Estas organizações têm colaboradores melhor preparados os quais, mesmo nelas, foram mobilizáveis para a Web 2.0, principalmente aqueles que dispõem de, pelo menos, licenciatura. Esses valores referenciais projectados permitem antever um quadro de implementação de TI nas PME muito deficiente, com apenas uma pequena parte de empresas a moverem-se na direcção do desenvolvimento na matéria, correspondente ao que a teoria de ciclo de inovação designa por Early Adopters. A adopção de TI nas PME exige uma agenda de transformação interna. A visão da oportunidade de desenvolvimento de ambientes de aprendizagem e de redes de partilha nas PME não será concretizada de forma fácil e sem algum grau de mudança, pelo que a perspectiva de uma massificação rápida e adesão indiscriminada a curto prazo da Web 2.0 nas empresas, com um correlativo impacto na competitividade das mesmas, deve ser liminarmente eliminada. A gestão está sensibilizada sobre este potencial e está aberta à mudança. Por outro lado, a pertinência competitiva da colaboração em rede, o valor reconhecido à disseminação de conhecimento e a motivação das pessoas em participar na mudança, encorajamos rumo ao desenvolvimento, persistente e sistemático, da visão das PME 2.0. Há um potencial de conhecimentos Web 2.0 adquiridos na vida privada que pode ser transposto para a vida laboral. A propensão positiva de ambos os grupos inquiridos para com as TI é enorme e abre portas para o estabelecimento de objectivos ambiciosos. É possível interpretar o Contexto Organizacional e o Clima de Aprendizagem dos Early Adopters. Num horizonte de curto prazo os esforços de introdução de TI na generalidade das PME prendem-se mais com a Web 1.0 do que com ferramentas do tipo Web 2.0 em que a cultura de aprendizagem é valorizada, em particular a necessidade de se aprender e partilhar informação internamente. Contudo, detectam-se resistências ao nível da permeabilidade externa, o que traz consequências no acesso a recursos externos de conhecimento e subsequente menos capacidade dinâmica (de adaptação e relacionamento exterior). O papel dos Facilitadores será fundamental na disseminação de novas formas colaborativas de organização do trabalho. O locus de causalidade para a catalisação da implementação de novas TI na empresa é externo à empresa. Segundo os inquiridos devem ser o Estado, a UE e as Universidades os principais actores de implementação de projectos de TI para as suas empresas. O papel de Agentes de Mudança fundamenta-se pela sua facilitação na superação de dois tipos de carências: as financeiras e as de conhecimento. Após esta análise importa questionar a adesão das PME para a web 2.0: Será que as PME estão sensíveis a este novo desafio? Como desenvolver e apoiar as PME rumo a esta nova visão? As PME dos sectores estudados encontram-se em relação às TI na fase de ciclo de inovação designada por “pioneiros” ou “early adopters”. A fragilidade em TI é sistémica: não se encontrou uma receptividade sistémica à base de TI de modo generalizado nas PME, ou sequer incidente num sector específico. Aqueles que tiveram uma participação ligeiramente maior do que a média, pode a diferença ser totalmente atribuída às exigências apriorísticas requeridas para o desempenho do posto de trabalho. A questão nuclear para adopção das TI nas PME não é tecnológica mas sim organizacional. As empresas que mais prontamente manifestaram a sua disponibilidade para as TI demonstraram todo um perfil de modernidade poli-facetada na Gestão, em que as TI eram uma das vertentes e sua consequência. A modernidade exprimiu-se através da busca de pessoal altamente qualificado, grande atenção a uma cultura de permanente aprendizagem e evolução continua. Apesar dessa modernidade ainda se constataram elementos sistemáticos de gestão do conhecimento passíveis de melhoria. A motivação para a implementação de ferramentas é alta; a sensibilidade tecnológica relativa à utilização da Internet em contextos profissionais é promissora. A motivação dos trabalhadores para a implementação de ferramentas TI no trabalho corrente da empresa é elevada. As principais críticas feitas ao uso da Internet e suas ferramentas incidem em: perdas de tempo com situações laterais ao trabalho; perda de privacidade; geração de dependência de TI na produção do trabalho. Em contrapartida as principais virtudes reconhecidas em ambiente de trabalho foram: - melhoria da comunicação; facilidade de pesquisa de informação; rapidez de processos. Há um locus de causalidade externa na catalisação de programas de implementação de TI. A implementação de TI nas PME apresentou um locus de causalidade externo. Os funcionários das empresas defendem que deve ser o Estado, a UE e as Universidades os principais actores de implementação de projectos de TI nas sempresa. O desenvolvimento próprio ou em rede empresarial ou ainda adquirido pela empresa a consultoras, apesar de ter alguma aceitação, é bastante distante da opção de serem entidades externas. O enfoque principal de TI nas PME é a Web 1.0 as TI utilizadas são de um modo geral correspondentes a quadros de pensamento e acção já com alguns anos, aparecendo as novas ferramentas, designadamente as decorrentes das Web 2.0, de modo muito incipiente e predominantemente utilizadas em contexto privado. Obviamente, tal não invalida que haja empresas genuinamente preocupadas com a sua evolução em gestão do conhecimento mas, não têm pelo seu número reduzido, a massa crítica suficiente para através da sua evolução e dos mecanismos da economia de mercado arrastarem as restantes para um salto qualitativo. Estão criadas as condições para se optar pela inovação disruptiva em lugar da inovação incremental tomando as PME Portuguesas pelo conjunto dos oito sectores trabalhados é particularmente preocupante prospectivar a competitividade nacional e internacional (mesmo que ocorrida dentro das fronteiras nacionais) desta tipologia de empresas por, como se sabe, as TI e a sua gestão determinarem largamente, na actualidade e previsível futuro de conjuntura económica internacional, a capacidade para se renovarem, melhor se inserirem nos mercados e garantirem a competitividade, para não dizer mesmo a sua sobrevivência. No lado das potencialidades regista-se que sendo o atraso do tecido económico das PME tão marcado em relação às tendências internacionais mais desenvolvidas, estão reunidas as condições para que se preparem saltos qualitativos catalisados por Agente externo às empresas, passando-se das actuais ferramentas Web 1.0 directamente para quadros referenciais bastantes avançados, dispensando o habitual avanço incremental, e passando-se para um modelo fundamentado na inovação dita disruptiva ou radical, onde se vise desde já o uso intensivo de ferramentas Web 2.0, e se lance o debate nas PME sobre a sua preparação para a inserção na Web 3.0 ao longo dos próximos 3 anos. Enquanto estudo exploratório que fornece baselines seguras, do presente trabalho resultam, naturalmente, claros desafios para o futuro: I. A noção de economia baseada no conhecimento e de sociedade em rede é captada hoje em dia pela gestão PME, que vê nas exigências competitivas operacionais sinais desta nova realidade, designadamente na valorização das competências humanas, estratégias cooperativas e introdução de TI nos seus processos como valências cruciais. Contudo, esta visão e adesão à partida ainda não encontram reflexo na introdução de ferramentas 2.0, parecendo existir um gap entre a estratégia (o que se pretende) e a acção (o que é obtido). Estratégias de sensibilização sobre este tema passam por consolidar os esforços “pioneiros” e começar a motivar adesão a um segmento seguinte de PME “inovadoras”. O desenvolvimento de casos de estudo e a concomitante formação de lideranças pode ser um veículo relevante de comunicação da visão PME 2.0. II. Parece existir um gap ao nível das capacidades tecnológicas nas PME ainda por superar, sendo estas reconhecidas como condição necessária mas não suficiente – em linha com a abordagem sócio-técnica. A capitalização do potencial das ferramentas 2.0 só será uma realidade com a transformação para métodos de trabalho ancorados na lógica de processos colaborativos. Sendo que as PME atribuem grande importância a agentes externos (facilitadores) para conseguirem evoluir no sentido de utilizarem as potencialidades da Web 2.0 ao serviço de uma competitividade acrescida, reside aí a oportunidade de estabelecer redes de conhecimento orientadas para a capacitação humana e tecnológica das PME. Deverá ser equacionado lançar um programa de salto qualitativo que vise a evolução das PME para a problemática das TI no formato disruptivo, superando as evoluções meramente incrementais que se têm registado, e através desse formato potenciar as PME portuguesas na sua competitividade. III. Os indicadores e respectivas baselines encontrados incitam-nos a aprofundar os conhecimentos aqui alcançados com uma evolução do presente trabalho para outro de maior abrangência e, principalmente, de cariz internacional, junto dos países da UE mais próximos cultural e economicamente. Essa nova pesquisa deve possibilitar a destrinça do que é fruto da(s) cultura(s) nacional(is) dos países que participem na pesquisa, assim como identificar quais os modelos de catalisação de TI em PME de modo a auxiliar os governos dos países envolvidos no estudo a serem mais proficientes nos seus programas nacionais de apoio à implementação e desenvolvimento de TI em PME. IV. A relevância das metodologias e resultados alcançados sugerem a disseminação deste trabalho através da sua publicação em revista científica internacional, fortalecendo o débil acervo de conhecimentos sobre o tema, nomeadamente em países Latinos. Esta iniciativa permitirá obter a validação técnica internacional do trabalho empreendido, assim como recolher os contributos e críticas que o processo de peer reviewing possibilita, de modo a poder utilizá-los em futuros trabalhos, divulgando os elementos ainda extraíveis desta pesquisa que requerem um mais prolongado tempo de estudo e análise. V. A transferência de conhecimento científico para o contexto operacional das PME deverá constituir um objectivo para a AIP-CE, tendo em conta as recomendações supra citadas e a agudização de cenários competitivos mais exigentes aos quais se deverá dar adequada resposta. Deste modo, o alinhamento com iniciativas tecnologicamente avançadas, nomeadamente com acções de disseminação e adopção de “enabling technologies” no seio das PME, visando a aceleração da aprendizagem informal reflexiva e o fomento das redes sociais de aprendizagem, poderá beneficiar as PME nacionais pelo desenvolvimento e mobilização precoce de competências a colocar ao serviço dos processos de aprendizagem e colaboração das PME. A sistematização das oportunidades existentes ao nível externo, em alinhamento próximo com as prioridades de investigação aplicada apoiadas pela UE (designadamente FP7), e um concomitante aprofundamento do núcleo de competências e rede de agentes nacionais (mais) sensibilizados no quadro do estudo em apreço, são duas dinâmicas estratégicas a consolidar.
E-Learning and Social Networking Handbook
Tecnologias on Prezi
Ferramentas
Descrição
Vantagens
Desvantagens
O conteúdo reflete os interesseses do(s) autor(es) que combina(m) opiniões pessoais com ligações para outras páginas;
A possibilidade de os utilizadores fazerem comentários às mensagens facilita a discussão suportada por outras fontes de informação (imagens, artigos da intenet) que podem ser partilhadas com pessoas com os mesmos interesses.
Vários fornecedores do serviço: Blogger, Wordpress, etc.
- flexibilidade
- oferecem oportunidades para estender a discussão para fora da sala de aula
- o imediatismo dos blogues encoraja uma nova visão sobre a partilha de informação
- sites interativos;
O modo de funcionamente de muitos para muitos permite a criação de uma rede de aprendizagem que permite aos utilizadores dos blogues adquirir informação de forma rápida e transmitir o que aprenderam
pode ser facilmente utilizado pelos tutores tanto para alargar o campo de reflexão à volta de um tema como para consolidar alguns pontos de aprendizagem
.diários pessoais e de auto-reflexão - desenvolvimento da expressão escrita
. facilidade de adicionar nova informação à discussão - facilitam o acesso rápido a novos recursos;
. possibilidade do estabelecimento de ligações com especialistas e com opiniões fora do universo da sala de aula ou da instituição;
. combinação do trabalho individual com a interacção social - possibilidade de promoverem a análise crítica e a reflexão sobre determinados tópicos
- possibilidade de utilização inadequada (ex. inserção de comentários desagradáveis ou despropositados)
espaço público - pode desencorajara a participação de alunos menos seguro; relutantes em exporem publicamente os seus pensamentos;
necessidade de manutenção constante ou os leitores perdem o interesse e deixam de contribuir
. invisibilidade - facilita a não participação dos alunos na comunidade de aprendizagem - exige atenção e moderação da discussão por parte dos professores para o evitar
falta de conhecimentos técnicos - treino
falta de motivação para comunicar e para trocar ideias - cuidado na pogramação das actividades
dar aos alunos uma lista de alguns blogues activos e pedir-lhes que os vejam antes de começarem a inserir os seus comentários
pedir aos alunos que criem um blogue sobre um assunto do seu interesse pessoal, relevante para o curso
pedir aos alunos para lerem e avaliarem os blogues uns dos outros - focar a atenção dos alunos no que é essencial
característica principal - edição aberta - possibilidade de ser criada colaborativamente - a informação pode ser editada por qualquer um dos eus utilizadores mas essa possibilidade pode ser permitida ou negada por passwords
o rápido crescimento da wikipedia, a enciclopédia online gratuita, escrita em várias línguas ajudou a popularizar os wikis como uma ferramenta eficaz para criar e partilhar grandes quantidades de conhecimento complexo.
deu significado à passagem para a web 2.0 - utilizadores são encorajados a contribuir e a interagir com outros utilizadores em vez de serem apenas recipientes passivos da informação estática - atitude face à informação diferente: enquanto a informação impressa sugere que esta é imutável e autoritária; wikis criam um ambiente no qual a informação é encarada como fluida e flexível e, mais importante ainda, construída e possuída pela comunidade
mais versátil do que uma página normal
promove deliberadamente a participação na criação do conteúdo quer através da revisão do texto ou da adição de ligações para outras páginas web (na wikii ou noutros sítios web) para complementar a informação fornecida.
através da participação de vários autores que adicinam ou revem a informação o wiki a qualidade da mesma é automaticamente controlada - informação errada ou desadequada é facilmente identificada e corrigida
permitem interação assíncrona entre pares
podem incluir imagens, som e texto
podem ser adoptados como repositórios de informação sobre áreas de interesse de especialistas: curso universitario, grupo de investigação, empresa cujos empregados se encontrem espalhados pelo mundo...
principal premissa - crença na na construção partilhada do conhecimento - consistente com o Construtivismo - foco nos conteúdos centrados no aluno em vez dos dos conteúdos criados pelos professores que os alunos devem ler e interpretar.
flexíveis- possibilidade de de alterar a organização da informação. apresentação pode ser alterada, seções podem ser apagadas de modo a chegar a um consenso entre todos.
a maior parte permite que os utilizadores comparem a versão atual com as anteriores e perceber quem efetuou as alterações - podem ser usadas para construir projetos colaborativos ao mesmo tempo que permitem que a contribuição de cada aluno seja tida em conta
permitem desenvolver a capacidade de selecionar a informação relevante e correta nos alunos
permitem criar facilmente páginas web e alterar/corrigi o texto em colaboração com os pares de mod a criar uma versão comum com que todos concordem.
Informação não é fixa, ams flexível e modoficável de modo a ir de encontro às necessidades de uma comunidade de utilizadores.
podem ser abertas ou fechadas
no geral não requerem grandes conhecimentos técnicos nem a sua utilização implica a necessidade de formação - utilizadores podem concentrar-se nos conteúdos em vez de se distrairem com a tecnologia
promovem o trabalho em grupo e a criação de informação entre pares e a contextualização do conhecimento através das ligações do texto para outros recursos relevantes.
facilidade de utilização e de acesso - promove a sua utilização para a criação de projectos comuns, na resolução de problemas , brainstorming, criação de listas de referências complexas a informação com links.
ideal para criar coesão de grupo, definições e fontes de informaçãoentre comunidades online.
permitem a organização de recursos e a edição e participação assíncrona de utilizadores distribuídos geograficamente e ligações para outros recursos digitais incluindo repositórios de imagens e e-portefólios
a falta de qualidade tem sido frequentemente apontada - pode ser aproveitada para ensinar os alunos a fazer os seus p´roprios juízos de valor sobre a correção da informação
várias vantagens em relação à escrita tradicional: capacidade de entender os comentários e o feedback de outros utilizadores; de estabelecer ligações para outras fontes digitais de conhecimento
algum planneamento prévio e regras de utilização claras podem ajudar os lunos a utilizar esta ferramenta da melhor maneira
a flexibilidade - pode permitir a criação de efcetivas bases de conhecimento dinâmicas partlhá-las para mais comentários
tanto permite actividades simples (criação de uma lista das coisas a fzer) como actividades mais complexas (e-portfolio ou as actividades de um grupo de investigação interdisciplinar)
reflexão do grupo sobre a forma como a informação se organiza, especialmente em áreas complexas e abrangentes e como pode ser apresentada em em pequenas secções com hiperligações
Video podcasts (vidcast /vodcast) - acompanhar apresentações Powerpoint, referir materiais visuais
blogcast - uma junção de duas ferramentas: blogue e podcast - o blogue contem o texto associado e permite a indexação e pesquisa do podcast
podcasting = iPod (Apple computer's portable media player) + broadcasting
pode referir-se tanto ao conteúdo como ao processo.
alunos como criadores de conteúdos e participantes em projectos de aprendizagem autênticos; aprendentes activos em vez de consumidores passivos de informação
utilizados para:
avaliação
como parte de e-porfólios
projectos colaborativos
Universidades podem usá-los para difundir por todos os alunos
determinadas palestras
intercâmbios entre várias culturas
discursos de convidados
algumas usam-nos para faciltar o acesso a palestras de alunos com certos tipos de deficiência, que faltaram às aulas ou a todos como forma de revisão
Educação a distância - forma de proporcionar um ambiente mais rico do que o texto para os alunos
. possibilidade de ouvir várias vezes
. flexibilidade e portabilidade
. recurso áudio para alunos cegos e de educação a distância
. possibilidades variadas para os alunos criarem conteúdos
. custo relativamente baixo
. ideal para pequenas ntroduções às aulas
. boa forma de ocupar os tempos mortos (viagens entre aulas)
comparada com a palavra escrita, a palavra dita pode influenciar a cognição (maior compreensão) e a motivação (criando aideia da pessoa que diz as palavras). o audio é uma ferramenta poderosa para transmitir sentimentos, atitudes e criar uma atmosfera.
em cursos online - ajudam a desenvolver uma atitude positiva dos alunos em relação`Aos professores e conferem informalidade e divertimento à educação formal
ajudam os alunos a envolverem-se com os materiais de aprendizagem
menos eficaz a transmitir detalhes e factos- lembramos melhor opiniões e argumentos do que factos e dados quando os ouvimos
menos fácil de navegar do que o texto - ocupação do tempo de estudo menos eficiente
possiveis problemas de direitos de autor e maior dificuldade de pesquisa
no ensino superior - os podcasts têm sido utilizados essencialmente para gravar palestras - necessidade de mudar esta atitude que encara os podcasts como apenas mais um meio de di~fusão da informação
necessidade de os transcrever pra alunos com dificuldades auditivas e para facilidade de acesso- aumenta o trabalho que a sua criação implica
bom meio para transmitir emoção, personalidade e conteudos em número limitado - texto deve ser utilizado para conteúdos muito extensos
como todas as tecnologias - pod cast deve ser um complemento para melhora e não p+ara substituir - o objectivo deve ser motivar o aluno para os conceitos do curso
dicas para manter a atenção dos alunos:
alternar os oradores, mudanças na conversação, mudanças de ritmo, relacionar o assunto com as experiências dos alunos
conceber projectos relevantes, autênticos e divertidos para os alunos fazer os próprios podcasts
integrar em cursos online com ligações fortes a outras actividades e recursos - promover a aprendizagem activa e a colaboração
devem ser gravados frequentemente e incluir as novidades e o feedback
no ensino superior - podem ser usados num cruso, programa ou a nível da instituição
termo pode referir-se ao software, a forma particular de apresentação dos conteúdos ou aos conteúdos em si
software - ainda imaturo - muitas institu~ções desenvolvem o seu próprio software em versão aberta
a nível individual - e-portfólios podem tornar-se um registo portátil, de todos os resultados alcançados ao longo da vida - vantagens - um registo certificado das qualificações educativas, recurso abrangente em que se basear nas entrevistas para empregos e promoções
ao nível de um curso - podem fornecer um incentivo forte para que os alunos assumam o controle da sua aprendizagem.
podem promover a reflexão sobre a aprendizagem e deste modo promover uma abordagem mais aprofundada em que os alunos relacionam os novos materiais com os conceitos que já lhes são familiares.
Ao nível intitucional ou de programa - são ideais para promover o estabelecimento, por parte dos alunos, dos seus próprios objectivos. - promovem a revisão e a discussão do trabalho do aluno bem como o registo do seu progresso em direcção aos seus objectivos.
usados como instrumentos de avalição entre pares ou de auto-avaliação podem ser utilizados para desenvolver capacidades como a reflexão e o espírito crítico, a capacidade de avaliar e de dar respostas a diferentes pontos de vista, a capacidade de avaliar o próprio trabalho e o dos pares
como instrumento de apresentação - fornecem aos alunos a possibilidade de seleccionarem uma parte do seu trabalho para fins específicos como uma entrevista de emprego ou uma apresentação numa aula - o sftware permite diferentes niveis de acesso
usados para trabalhos de grupo - e-portfólios de grupo
- alguma semelhança com os blogues - reflexão
podem conter podcasts - convergência vários tipos de redes sociais
o desenvolvimento de praticas de reflexão por parte dos alunos exige persistência, habilidade e dedicação por parte dos professores
software pouco desenvolvido - problemas de compatibilidade, mudanças de curso, ewmprego, etc.
relacionar actividades de reflexão com o resultado da aprendizagem no curso e promover a reflexão sobre outros assuntos e outras perspectivas
dar exemplos de escrita reflexiva para que os alunos percebam do que trata
tornar a sua utilização divertida dando a possibilidade aos alunos de controlarem a sua apresentação
integrar o e-portfólio com o espaço de trabalho online dos alunos - promover a actualização regular
fornecer apoio, conselhos sobre o que se considera prova de aprendizagem
oferecem uma rede intercativa de amigos, perfis pessoais, blogues, grupos, fotos, música e vídeos internacionalmente
muitos sites deste tipo - uns mais especializados do que outros
MySpace - rede social generalista , permite que os membros criem perfis únicos que se podem ligar através de redes de amigos;
membros podem ver os perfis uns dos outros, comunicar com velhos amigos, partilhar fotos, fazer comentários e descrever os seus interesses
Facebook originalmente desenvolvido desenvolvido para alunnos do secundário e universitários, posteriormente disponibilizado para qualquer utilizador com um endereço de e-mail- muitas pessoas juntam-se a uma ou mais redes : localização geográfica, local de emprego ou escola
Facebook - o site mais utilizado para partilhar fotos (ultrapassou o Flickr) e o sexto mais visitado nos EUA
mensagens
professores têm a responsabilidade de desenvolver nos alunos competências que lhes permitam lidar com as relações virtuais e perceber o que a amizade significa na nova cultura social criada pela web 2.0. É sabido que as áreas sociais dos fóruns usados na educação superior recebem mais visitas e mensagens do que as conferências educativas. desde a introdução dos fóruns educativos nos anos 90 que os educadores perceberam que a comunicação social é um aspecto importante da aprendizagem
outro argumento - a oportunidade para a criatividade dos alunos: nos perfis ou nas fotos e músicas que lhes adicionam
sentimento de pertença, oportunidade de explorar a própria identidade.
facilidade de utilização
ferramenta assíncrona com muitas das vantagens dos fóruns educacionais: acesso flexível, registo escrito das comunicações
essência - a ideia de juntar comunidades online e de poder participar nelas.
alguns casos de professores e de empregadores que baseiam as suas decisões nos perfis
problemas de acesso - págnas mal construídas
habito viciante - os alunos visitam frequentemente a sua página para verem as novidades e fazem-no até durante as aulas.
oferecer oportunidades para os alunos:
descriminarem conteúdo em redes sociais
não aceitarem prefis apenas de acordo com o aspecto
darem-se conta que para além dos pares, marketers, autoridades universitárias, etc. podem ter acesso aos seus perfis
discutirem a menlhor maneira de construir o perfil e o significado de se apresentarem online
(social bookmarking)
organizados por categorias ou etiquetas (tags)
a crescente popularidade dos marcadores sociais e a competição entre diferentes sites - levou ao aparecimento de outros serviços para além da partilha de marcadores: classificação, comentários, possibilidade de importar e de exportar, adicionar notas, revisões, ligações para e-mail, notificações automáticas, subscrição de feds....etc.
surgiu do desejo de partilha de ligações e de marcadores com indivíduos com interesses semelhantes
tem tanto a ver com necessidade de juntar pessoas como com a necessidade de ligar pessoas comsítios online relevantes
tagas - palavras-chave não hierarquizadas - podemos utilizar tantas quantas quisermos
pode ser mais fácil e flexível do que a utilização de categorias
grupos podem criar uma rede para partilharem recursos que encontrem durante um período de trabalho em conjunto
especialistas podem partilhar os seus marcadores com os menos experientes
estudantes individuais podem partilhar os seus recursos com os sues pares
gerir a quantidade de informação na internet é muito difícil, os marcadores sociais são uma maneira de partilhar essa dificuldade
ferramenta ideal para a investigação - permite ao utilizador seguir as fontes e os comentários; o investigador pode até etiquetar os marcadores com * para indicar a sua qualidade e utilidade
facilidade de utilização
facilidade de acesso - qualquer dispositivo com cesso à internet, sem necessidade de descarregar ou de instalar nada.
podem ser partilhados publicamente - partilha
classificação de acordo com a maior utilização - classificação de acordo com a utilidade que os utilizadores lhe atribuem
etiquetagem errada devido a erros ortográficos
etiquetas que podem ter mais de um significado e ser pouco claras
utilizadores com sistemas pouco claros de etiquetagem
abusos de utilização - spammers
funcionalidade disponibilizada tanto por sítios de internet como por aplicações que permitem o carregamento e a publicação de imagens
permitem vários tipos de visualização (thumbnails, slideshows
anotações
classificação em albuns
comentários
flickr - o sítio de partilha de fotos mais popular actualmente
características de outras ferramentas que a tornam numa plataforma de uma comunidade online
etiquetas nas fotos - permitem a pesquisa por categorias
usada por bloguers como repositório de fotos
possiblidade de adicionar anotações às imagens - com muito interesse para a educação
facilidade de criação de grupos públicos ou privados; cada um tem espaço para a partilha de fotos e um fórum de discussão
acesso rápido às imagens etiquetadas com as palavras chave mais populares.
categorização das fotos em grupos com o mesmo título
vários tipos de licenças de utilização
no processo - ajudam os alunos a perceebr os direitos de propriedade intelectual, ao mesmo tempo que aprendem a utilizar as aplicações
todas as disciplinas podem animadas pelo uso apropriado de imagens
a associaçao de imagens permite a associação de ideias de modo a que determinada palavra possa ser associada de várias maneiras.
vários significados/utilizações para uma mesma palvra
flickr - ferramenta fácil de usar
tem vindo aser cada mais utilizado como sítio de armazenamento de fotos sobre pelos bloguers e pelos utilizadores do Macintosh e do linux
- inapropriado para a educação
- para outros permite desenvolver o espírito crítico sobre uma coisa que irão utilizar
desenvolver actividades que levem os alunos a criar os seus próprios grupos de imagens
actividades em que tenham de pesquisar etiquetas e analisar a forma como foram e devem ser utilizadas
criado pelo Linden Lab, na California
ambiente virtual 3D multiutilizador
Um mundo definido pelo utilizador, no qual as pessoas exploram, comunicam e fazem negócios
mais de 7 millhoes de pessoas habitam o SEcond LIfe que suporta um mercado no qual as transações involvem milhoes de dolares por mês. os residentes criam e detêm os direitos de propriedade sobre os seus produtos e serviços virtuais
Cada utilizador cria um avatar e personaliza-o
avatares andam, voam e fazem gestos e podem ter uma aparência semelhante à real ou muito diferente
podem comunicar por chat , partilhar ficheiros e documentos e eventualmente teleconferência
presença virtual - ajuda a desenvolver uma comunidade especialmente na educação a distância
não é um jogo -não tem um objectivo e a maior parte dos recursos não são de utilização restrita
ambiente multi-utilizadores como o Second-life constituem um novo tipo de espaço de trabalho colaborativo
como suplemento do ensino tradicional - oportunidade para enriquecer curricula existente
educação a distancia - oportunidade para desenvolver actividades síncronas
boa maneira de introduziy perspectivas internacionais - alunos de todo o mundo podem participar em discussões e trabalhar em projectos de grupo
ao contrário dos fóruns, os alunos no SL não podem passar despercebidos - a sua presença está visível para todos
a qualidade da interacção no SL é o que o distingue dos fóruns e jogos online - não substitui a comunicação face a face, mas é mais apelativa do que a comunicação por texto
oportunidade de utilização da simulação num ambiente seguro para melhorar o ensino experimental, permitindo aos utilizadores treinar as suas capacidades, experimentar novas ideias e aprender através dos próprios erros
a possibilidade de se preparar para experiências reais semelhantes através de simulações - potencial ilimitado
muito prevem que os mundos real e virtuais acabarão por se fundir - iremos habituarmo-nos ao MEtaverse como parte do nosso dia-a-dia.
Cada vez mais pessoas trabalharão em mundo virtuais
dsiponibilidade a nível global, poucas exigências para entrar
oferece oportunidades para usar a simulação
experiência imersiva
ilhas privadas - espaços intranet seguros com acesso restrito
ajuda técnica
a existência de chta apenas tarvés de texto
o aspecto de desenho animado dos ambientes criados
atividades menos apropriadas facilmente acessíveis
Discussões podem ser organizadas cronologicamente ou hierarquicamente ( cada mensagem é uma resposta a uma mensagem inicial)
O administrador tem; tipicamente, a possibilidade de editar, apagar, mover ou alterar de outra modo as discussões no fórum.
Pode também o poder de aceitar, recusar ou banir membros. Ao contrário dos wikis, os fóruns não permitem a edição das mensagens de outos membros.
Ao contrário dos blogs, os fóruns permitem que qualquer pessoa dê início a um tema de discussão. Nos blogues embora qualquer pessoa possa fazer comentários, o número de pessoas que pode criar uma entrada é geralmente muito limitado. A utilização conjunta num curso pode criar aos alunos o problema de decidirem onde devem deixar as suas reflexões ou comentários.
conveniência - disponíveis 24 horas, 7 dias por semana
mais equilibrado em relação ao ensino tradicional - maior participação dos alunos mais tímidos - minimiza o medo e a intimidação face aos colegas
detalhes das discussõespermanecem disponíveis ao longo do curso
natureza assíncrona da comunicação - permite respostas cuidadas, reflectidas, discussão mais aprofundada
permite a participação de alunos mais reflectidos -maior tendência para participarem na discussão
o professor - encarado como um moderador - encarado por muitos alunos como mais acessível do que nos cursos presenciais
permitem a participação na discussão de alunos de outras turmas
uma resposta do prfessor a uma pergunta pode beneficiar todos os alunos
oportunidade para os alunos reverem a informação e formularem os seus pensamentos - treino para a avaliação
a comunicação apenas através do texto -
considerada desincentivadora por muitos alunos - falta da linguagem corporal
repostas refletidas - impedem respostas imediatas
alguns alunos consideram injusto que mesmo aqueles que não participam podem beneficiar da leitura das mensagens
a forma de organização das mensagens pode ser confusa - discussão pode sair do bom caminho
permanência das discussões - relutância de alguns alunos
trabalho colaborativo difícil de concluir quando alguns alunos não participam
suporte técnico deve ser disponibilizado para treinar e dar apoio contínuo a alunos e professores
forncer ligações relacionadas e listas de recursos que sirvam de suporte às discussões
o nº de mensagens não é indicativo adequado do desenvolvimento da comunidade - os fóruns com maior percentagem de interacção entre alunos ou entre o aluno e os conteúdos demonstram um sentidode comunidade mais forte
Fáceis de utilizar, não dependem de equipamentos caros, de apoio técnico ou de instalações específicas - mais próximos das mensagens instantâneas do que da videoconferência
dificuldade em encontrar um termo que descreva estas ferramentas genericamente - evolução muito rápida - adição de novas características e funcionalidades de outras ferramentas
Mensagens vídeo - vídeoconferência no desktop, mensagens intantâneas, voz atrvés de IP (VOIP), streaming vídeo
Ferramentas de trabalho em tempo real, mas no caso do FlashMeeting pelo menos é possível gravar a sessão para a visionar posteriormente - ideal para alunos que não conseguem assistir à sesão em tempo-real.
maior parte permite que aoenas uma pessoa fale de cada vez - eliminaação de confusões e de sobreposições. No entanto os outros participantes podem enviar mensagens de texto.
FlashMeeting- inclui outros modos de comunicação: partilha de URLs, emoticons e votaçõesquepodem ser utilizados ao mesmo tempo que a
comunicação principal é transmitida
outras funcionalidades: whitboard, upload e download de ficheiros
usado em várias escolas da Europs, Ásia e nos Estados Unidos; gratuito, oferece um ambiente seguro - ideal para alunos que querem praticar uma língua ou as capacidades de comunicação e para trabalhos desenvolvidos em conjunto em muitas áreas curriculares
uma maneira barata de criar uma parceria internacional - depende apenas de uma webcam, não necessita do equipamento de videoconferência muito caro
as interacções por vídeo são mais ricas e complexas do que as utilizam apenas o texto, sobretudo ao nível do contexto do computador individual- permite a realização de outras actividades paralelas
banda larga è necessária para a ligação vídeo
pode ser lido no ecrã num computador , portátil, PDA ou até um dispositivo criado especificamente para a leiturade e-books
diferentes tipos: formato do ficheiro, diversidade de funções, facilidade de utilização
natureza experimental e em permanente actualização - desafio à ideia convencional de um livro - e-books podem conter clips de áudio e filmes, hiperlinks para outras fontes de infiormação.
por definição os e-books são portáteis mas variam muito na nº de funções que suportam- alguns apenas permitem a navegação pelas páginas, muitos permitem a pesquisa do seu texto, alguns permitem anotações ou fornecem ligações que permitem que os utilizadores troquem mensagens electrónicas entre eles.
o e-book pode ser a versão electrónica do livro em papel mas tb pode existir apenas na versão electrónica
cada vez mais o acesso é disponibilizado na internet
Project Gutenberg - objectivo de popularizar os e-books através de um repositório alargado de livros digitalizados e que colocou no domínio público milhares de e-books.
a incorpporação de links para ferramentas participativas como fóruns ou um wiki externo, permitem uma interacção entre o autor e o leitor que leva por vezes à criação de conteúdos por parte do leitor que complementem o e-book original - construção partilhada do conhecimento - recurso ideal da pedagogia construtivista - alguns temem que possa minar a autoridade e a fiabilidade do e-book enquanto recurso primário
permite a pesquisa do texto e saltar de secção em secção rapidamente
anotações
sublinhar o texto
alterações do texto
o text inicial pode ser acompanhado por outros recursos digitais para criar um recurso de parendizagem rico: imagens (estáticas ou dinâmicas) ficheiros de som, ligações para outras fontes de informação
facilidade de publçicação - produção, marketing e actualizações baratos - texto actaulizado
possibilidade de pesquisa - atrativo sobretudo em livros maiores
possibilidade de aumentar ou alterar a fonte, ou até de ouvir o texto - maior flexibilidade para utilizadores com dificuldades de leitura.
podem ser de utilização complexa
muitas imagens ou sons - podem aborrecer alguns utilizadores
como em relação às wikis, a autoria colectiva ou colaborativa desafia muitas das convenções em relação aos direitos de autor e de pertença do texto
difrenças de formato dos ficheiroes em que são disponibilizados - dificulta o acesso
a necessidade de um computador ou outro dispositivo semelhante pode ser limitativa
muitos utilizadores ainda prefrem imprimir o texto em vez de o lerem no ecrã
usar documents com ligações - direccionar os alunos para a informação importante
recordar palavras-chave ou expressõespara fazer pesquisas no livro
descarregar, quando permitido, o e-book para tornar o acesso menos dependente da localização
encorajar os alunos a usar documentos com ligações para criarem as próprias notas e comentários
Meio principal: texto
algumas redes de IM disponibilizam outras funcionalidades:audio, video
mensagem de estado: permite saber se utilizador está ocuoado, disponível ou longe do computador - mais semelhante com a comunicação por telefone do que o e-mail
pessoas não são obrigadas a responder imediatamente às mensagens que recebem- menos intrusivo
previsão - IM irá ultrapassar o e-mail como principal ferramenta de comunicação online
organização dos contactos numa lista
importante para desenvolver reciprocidade e a cooperação entre alunos distantes, utilizado na colaboração em grupos - para coordenar trabalho online, trocar URLs,etc
como ferramenta síncrona oferece a vantagem do feedback instantaneo e a conveniência de estar disponível a partir de vários locais.
facilidade de utilização
forma de comunicação gratuita desde que se tenha acesso a um computador, imediata e aceite por utilizadores de todas as idades
meio de comunicação preferencialmente utilizado por pessoas tímidas e com deficiências auditivas
possibilidade de gravar uma conversação.
possibilidade de interrupção do trabalho a qualquer momento
considerado uma perda de tempo que encoraja o mexerico, a utilização errada ou pobre da língua e outros comportamentos perigosos: conversação com estranhos, bullying
usar para permitir a comunicação entre membros de turmas diferentes -
encorajar os alunos para a utilizá-las para coordenarem o trabalho colaborativo
disponibiliza tb IM - utilizadores têm acesso a IM, e-mail e uma ligação telefónica de qualidade alta comninados numsó programa
o software é fácil de utilizar e gratuito
skycasting permite conversas através do telefone com até 100 indivíduos
permite a gravação das conversações (VOIP)
apoio aos alunos remotos
interacções autenticas com falantes nativos no ensino das línguas
integração de uma perspectiva multicultural através da interacção global
ferramenta útil para a investigação: intrevistas pelo telefone, ou recolha de feedbacka dos alunos
possibilidade deconvidar especialistas para um curso online
chamadas gratuitas para outros utilizadores
qualidade do som - mantém os tons altos e baixos - particularmente interessante para professores de línguas
como acontece com outras tecnologias em tempo real, as comunicações através do skype oferecem comunicação imediata e oportunidades para feedback directo
permite também a troca de ficheiros grandes
permite ver quem está disponível para conversar
convidar um especialista para proporcionar uma experiência em tempo real
Jogos de simulação permitem que os jogadores controlem factores como das populações aos poluentes, dos sistemas de transporte às transações, atracções em parques temáticos às relações familiares, equipas de futebol
Os jogos tendem a ser menos reais , mas mais divertidos, as simulações têm usualmente grande realismo.
A maior parte dos jogos têm objectivos , regras,desafios, os jogos da web 2.0 têm interactividade. Na maior parte dos jogos mais populares a chave para o sucesso consiste em decifrar as regras e não em manipular joysticks. alguns jogs oferecem um ambiente imersivo no qual os alunos se involvem tanto intelectualmente como emocionalmente
As simulações tendem a ser mais flexíveis quando ao final e permitem que os alunos façam o que quiserem dentro dos limites do mundo virtual.
simulações permitem que o tilizador explore dinamicamente o domínio modelado e no ambito da educação a natureza interactiva, dinâmica e aberta das simulaçoes coloca o utilizador no comando e cria uma experiência de aprendizagem válida. os jogos sim tem valor na medida em que a tecnologia permite que o utilizador experiencie uma versão simulada da realidade ou prática reais.
Bons jogos de simulação podem exemplificar princípios efectivos de aprendizagem que permitam que os alunos manipulem e evaliem conceitos em vez de se limitarem a reproduzi-los.
O jog deve ser mais do que um exercício para os estudantes. deve permitir-lhes partilharem uma experiencia comum e usá-la como ponto de partida para discussões mais aprofundadas.
Simulações - apropriadas quando existem modelos matemáticos subjacentes, quando um sistema pode ser simplificado para investigar o efeito de alguns critérios importantes, quando a nossa compreensão das propriedades de um sistema beneficia quando são examinadas dinamicamente..
Em cursos de gestão, por exemplo, as simulações são muitas vezes construídas à volta de actividades de role-play - As pessoas de uma organização podem ser simuladas por agentes artificiais cujas acções não são determinadas e as alterações na organização resultam numa variedade de consequências.
Problem -solving - uma característica dos jogos que suportam a aprendizagem é a de que desafiam e apoiam os jogadores a explorar e ultrapassar problemas cada vez mais complexos e por isso aprendem melhor como lidar com esses problemas em contextos smelhantes no futuro.
Bons jogos desafiam os limites das capacidades dos alunos e assim permitem-lhes desenvolver as suas competências
Soluções alternativas - a segunda característica - os jogos oferecem a possibilidade dos jogadores experimentarem acções alternativas em contextos específicos e depois experienciarem as consequências das suas opções
em todas as simulações há multiplos caminhos que os estudantes podem seguir, geralmente os alunos jogam a simulação várias vezes, seguindo difrentes caminhos para verificarem como os resultados diferem porque não existe apenas uma resposta certa, ou um vencedor. As multiplas possibilidades permitem-lhes desenvolver os seus constructos de decisão.
Práctica - a aprendizagem através dos jogos é um processo de prática e interacção constantes através de tarefas cada vez mais desafiadoras através das quais os jogadores compreendem gradualmente conjuntos de dados subjacentes e sistemas de regras.
Ao contrário da leitura de um livro, jogar um jogo implica competência para interpretar imagens, sons, acções e também palavras escritas.
Jogar com sucesso um jogo depende da capacidade do jogador reconhecer as características multimodais do jogo e portanto aprender a sua gramática subjacente e a forma como comunica sentido. Os jogadores testam o mundo virtual de um jogo através de hipóteses, voltam a testá-lo com base nessas hipóteses e depois, de acordo com os resultados obtidos, aceitam ou refazem essas hipóteses. Este processo é muito semelhante ao procedimento básico do método científico.
Identidades diferentes - os jogos podem oferecer a experiência de explorar e de desenvolver identidades diferentes bem como as ferramentas e prácticas que as suportem. Os jogos são mais do que problemas simples ou puzzles; são micro mundos e em ambientes deste tipo os alunos desenvolvem um sentido muito mais firme da forma como determinados processos sociais estão interligados e como os difrentes campos de conhecimento se ralcionam uns com os outros.
Motivação - os alunos que utilizam jogos descobrem que as actividades difíceis podem ser atrativas, fascinantes e divertidas quando incorporadas numa história ou num contexto com significado. A motivação e a ideia de significativo são aspectos que apreciam nos jogos e esses por outro lado tornam a aprendizagem mais eficiente. A aprendizagem colaborativa pode melhorar o processo de aprendizagem na medida em que os jogos encorajam os alunos a trabalhar em conjunto e sugerem difrentes estratégias e soluções à medida em que interagem com o ambiente de aprendizagem do jogo.
Multiplas modalidades - os alunos que são alunos visuais tendencialmente
gostam de aprender através dos jogos porque geralmente os jogos reforçam a aprendizagem através do som da imagem
o maior desafio consiste em criar jogos efectivos. as instituições educacionais não têm geralmente os recursos dos produtores comerciais de jogos, mas os alunos estão habituados à qualidade e ao dinamismo dos jogos comerciais.
jogos comerciais tendem a apresentar personagens, géneros e raças esteriotipadas. os jogos educacionais podem corrigir este aspecto. de qualquer modo o jogo, a interacção e a história devem servir de suporte e estar subordinados aos processos de aprendizagem e aos objectivos do conhecimento. o objectivo geral não é jogar mas aprender num ambiente atrativo e efectivo. personagens, história e interacções devem ser relevantes para o contexto de aprendizagem de determinada disciplina ou serão frustrantes.
Jogar pode ser viciante e muitos jogos comerciais estão cheios de viol^wencia e de comportamentos agressivos. Os jogos educacionais podem contrariar isso sendo orientados para a acção - acção não no sentido de violência ou velocidade mas no sentido de encorajamento constante para fazer coisas. A ideia geral é de motivar, ser activo, ser alguém desempenhar uma missão, alcançar objectivos, ser recompensado
desenvolver as capacidades dos alunos testando os seus limites;
ter as suas raízes na realidade ou apresentarem forte consistência interna e lógica
é importante que o jogador nunca fique bloqueado mas possa abandonar o jogo, mudar de estratégia, etc.
a estrutura e a navegação devem ser completamente claras sem funcionalidades escondidas,botões ou deamasiadas surpresas.
princípio orientador da navegação - simplicidade e relevância
Possibilidades de uso da Web 2.0 no contexto educacional
Blogue: diário-online. Recurso que possibilita publicar textos, imagens (estáticas e animadas), vídeo e áudio. Na atualiazção de um blog podem colaborar educadores e alunos sem limitações de horários nem geográficas. Podem também ser inseridas hiperligações para diversos projetos temáticos permitindo um maior intercâmbio. Dois exemplos de plataformas para criação de blogues: www.blogger.com , www.wordpress.com Num blogue podem reunir-se também diversos recursos por forma a facilitar a comunicação assíncrona e guiar o participante. Seguem-se alguns exemplos de recursos interativos:
www.voki.com
http://www.frappr.com/
http://www.wikipedia.org
http://www.wikispaces.com
http://www.wetpaint.com
http://www.aypwip.org/webnote/
http://beta.tikatok.net
http://www.slideshare.net/
http://br.youtube.com/
http://flickr.com/
Existem já bons exemplos de blogs e wikis educativos administrados por educadores. Fica aqui uma lista com alguns:
Blogs
http://palavraaberta.blogspot.com
http://copamundo.blogspot.com
http://brasileleicoes2006.blogspot.com
http://netescrita.blogspot.com/
http://eusoubomem.zip.net/
http://vidassecascolbachini.zip.net/
http://lousadigital.blogspot.com
http://www.vivenciapedagogica.com.br
Wikis:
http://saladeaula.wikispaces.com/Podcasthttp://saladeaula.wikispaces.com/Projeto+O+Lugar+onde+Moro
Estudo Aprendizagem informal e utilização das TIC nas PME Portuguesas
O presente estudo consiste na avaliação de uma nova realidade emergente que é a aprendizagem informal no contexto empresarial nacional e, mais particularmente nas PME portuguesas.
Até à data não existem estudos que identifiquem e caracterizem o uso que os colaboradores das empresas dão às TIC e aos contextos informais em situação de trabalho, tendo como objectivo específico a aquisição de novas aprendizagens com valor para as empresas.
Devido às “Social Computing Skills” que envolvem aprendizagens imediatas e de “Seep Learning” através do recurso à wikipédia, blogs, Youtube, Google, redes sociais e profissionais; o processo de aprendizagem está a transformar-se e está a aumentar a autonomia de aprender de cada um.
O recurso a plataformas Open Source pode potenciar os novos negócios e melhorar os desempenhos profissionais sustentados em ambientes favoráveis à aprendizagem e ao conhecimento, resultando em inovação com a criação de valor para a empresa e para o mercado.
As aprendizagens com recurso às TIC permitem à empresa o acesso a um mercado global via Web, utilizando ferramentas de comunicação e marketing eficazes para a empresa. No âmbito das estratégias empresariais, as entidades vem desenvolver redes de a prtilha de informação e capacidades entre empresas, e entre estas e outros parceiros tais como universidades, centros de investigação e tecnologia.
As empresas devem estar presentes na internet podendo reforçar a comunicação e a retoma da formação e do treino em posto de trabalho em contextos formais e informais, num país em que existe o hábito do aprender fazendo.
Com este estudo pretende concluir-se que a aplicação da Web 2.0 nas empresas é remoto estando o desafio no lado das aprendizagens e das dinâmicas económicas e sociais. Devem ser encontradas condições que potenciem a emergência de novas competências evitando o atraso dos indivíduos e organizações voltando a centrar as questões de criatividade e de inovação a para da problemática da inclusão e exclusão, seja ela social, digital, tecnológica ou outra.
O actual paradigma da economia exige por parte da sociedade uma nova atitude cultural e organizacional mais aberta à mudança, à aprendizagem e à inovação, enquanto factores determinantes de competitividade das empresas e da economia.
No actual contexto, o acesso à informação, a sua partilha e as redes que lhe estão subjacentes constituem vectores essenciais de uma boa gestão sendo indispensáveis na lógica do acesso aos mercados.
O mundo em que vivemos apresenta várias características que, não podemos ignorar, tais como a globalidade, virtualidade, aceleração, networking, conectividade, ubiquidade de comunicação. Estas são algumas das marcas que moldam o nosso quotidiano.
Devemos perceber os sinais emergentes da sociedade, assumindo a aprendizagem e a inovação como factores decisivos na mudança e da competitividade.
Em pleno séc. XXI estão a dar-se mudanças que estão a transformar as empresas e a sociedade. Estas mudanças dizem respeito ao nascimento de novos modelos de inovação e aprendizagem em colaboração aberta e em estreita colaboração com os consumidores e clientes, fornecedores e parceiros de negócios, onde as redes sociais sustentadas em tecnologia web 2.0 são exemplos incontornáveis.
É importante dar-se um alinhamento estratégico entre a aprendizagem, o conhecimento e entre as mudanças sociais e organizacionais.
Foi aplicado um estudo pioneiro relativo à utilização da Web 2.0 nas empresas portuguesas. O objectivo deste estudo consistia em contribuir para a reflexão sobre ferramentas Web 2.0 no plano empresarial visualizando a sua adesão actual pelas PME e projectando os seus contornos futuros. Para além da aplicação tas tecnologias Web 2.0 foi importante considerar para o estudo a aplicação da Web 2.0 como suporte ao trabalho colaborativo e de acesso ao conhecimento.
Após o processo de investigação obtiveram-se resultados ainda surpreendentes uma vez que a adopção de TI 2.0 nas PME (no contexto da aprendizagem) é um desafio primordialmente organizacional e humano e só depois tecnológico. Existe espaço para uma estratégia de apoio à adesão das PME que passará sempre por um trabalho de aumento de maturidade dos processos de colaboração. A adopção de Tecnologias de Informação (TI) 2.0 nas PME (no contexto da aprendizagem) é um desafio primordialmente organizacional e humano e só depois tecnológico. É necessária uma abordagem multidisciplinar que enquadre a introdução de ferramentas 2.0 nas PME no contexto de uma mudança de paradigma de aprendizagem social e organizacional.
A nova oportunidade (ferramentas Web 2.0) encontra uma aderência ainda incipiente na realidade das PME portuguesas. Apenas um pequeno grupo de empresas diferenciadas na sua Gestão está alerta para o fenómeno TI nas suas dimensões mais recentes, designadamente organizacionais. Estas organizações têm colaboradores melhor preparados os quais, mesmo nelas, foram mobilizáveis para a Web 2.0, principalmente aqueles que dispõem de, pelo menos, licenciatura. Esses valores referenciais projectados permitem antever um quadro de implementação de TI nas PME muito deficiente, com apenas uma pequena parte de empresas a moverem-se na direcção do desenvolvimento na matéria, correspondente ao que a teoria de ciclo de inovação designa por Early Adopters.
A adopção de TI nas PME exige uma agenda de transformação interna. A visão da oportunidade de desenvolvimento de ambientes de aprendizagem e de redes de partilha nas PME não será concretizada de forma fácil e sem algum grau de mudança, pelo que a perspectiva de uma massificação rápida e adesão indiscriminada a curto prazo da Web 2.0 nas empresas, com um correlativo impacto na competitividade das mesmas, deve ser liminarmente eliminada.
A gestão está sensibilizada sobre este potencial e está aberta à mudança. Por outro lado, a pertinência competitiva da colaboração em rede, o valor reconhecido à disseminação de conhecimento e a motivação das pessoas em participar na mudança, encorajamos rumo ao desenvolvimento, persistente e sistemático, da visão das PME 2.0. Há um potencial de conhecimentos Web 2.0 adquiridos na vida privada que pode ser transposto para a vida laboral. A propensão positiva de ambos os grupos inquiridos para com as TI é enorme e abre portas para o estabelecimento de objectivos ambiciosos.
É possível interpretar o Contexto Organizacional e o Clima de Aprendizagem dos Early Adopters. Num horizonte de curto prazo os esforços de introdução de TI na generalidade das PME prendem-se mais com a Web 1.0 do que com ferramentas do tipo Web 2.0 em que a cultura de aprendizagem é valorizada, em particular a necessidade de se aprender e partilhar informação internamente. Contudo, detectam-se resistências ao nível da permeabilidade externa, o que traz consequências no acesso a recursos externos de conhecimento e subsequente menos capacidade dinâmica (de adaptação e relacionamento exterior).
O papel dos Facilitadores será fundamental na disseminação de novas formas colaborativas de organização do trabalho. O locus de causalidade para a catalisação da implementação de novas TI na empresa é externo à empresa. Segundo os inquiridos devem ser o Estado, a UE e as Universidades os principais actores de implementação de projectos de TI para as suas empresas. O papel de Agentes de Mudança fundamenta-se pela sua facilitação na superação de dois tipos de carências: as financeiras e as de conhecimento.
Após esta análise importa questionar a adesão das PME para a web 2.0: Será que as PME estão sensíveis a este novo desafio? Como desenvolver e apoiar as PME rumo a esta nova visão?
As PME dos sectores estudados encontram-se em relação às TI na fase de ciclo de inovação designada por “pioneiros” ou “early adopters”.
A fragilidade em TI é sistémica: não se encontrou uma receptividade sistémica à base de TI de modo generalizado nas PME, ou sequer incidente num sector específico. Aqueles que tiveram uma participação ligeiramente maior do que a média, pode a diferença ser totalmente atribuída às exigências apriorísticas requeridas para o desempenho do posto de trabalho.
A questão nuclear para adopção das TI nas PME não é tecnológica mas sim organizacional. As empresas que mais prontamente manifestaram a sua disponibilidade para as TI demonstraram todo um perfil de modernidade poli-facetada na Gestão, em que as TI eram uma das vertentes e sua consequência. A modernidade exprimiu-se através da busca de pessoal altamente qualificado, grande atenção a uma cultura de permanente aprendizagem e evolução continua. Apesar dessa modernidade ainda se constataram elementos sistemáticos de gestão do conhecimento passíveis de melhoria.
A motivação para a implementação de ferramentas é alta; a sensibilidade tecnológica relativa à utilização da Internet em contextos profissionais é promissora. A motivação dos trabalhadores para a implementação de ferramentas TI no trabalho corrente da empresa é elevada. As principais críticas feitas ao uso da Internet e suas ferramentas incidem em: perdas de tempo com situações laterais ao trabalho; perda de privacidade; geração de dependência de TI na produção do trabalho. Em contrapartida as principais virtudes reconhecidas em ambiente de trabalho foram: - melhoria da comunicação; facilidade de pesquisa de informação; rapidez de processos.
Há um locus de causalidade externa na catalisação de programas de implementação de TI. A implementação de TI nas PME apresentou um locus de causalidade externo. Os funcionários das empresas defendem que deve ser o Estado, a UE e as Universidades os principais actores de implementação de projectos de TI nas sempresa. O desenvolvimento próprio ou em rede empresarial ou ainda adquirido pela empresa a consultoras, apesar de ter alguma aceitação, é bastante distante da opção de serem entidades externas.
O enfoque principal de TI nas PME é a Web 1.0 as TI utilizadas são de um modo geral correspondentes a quadros de pensamento e acção já com alguns anos, aparecendo as novas ferramentas, designadamente as decorrentes das Web 2.0, de modo muito incipiente e predominantemente utilizadas em contexto privado. Obviamente, tal não invalida que haja empresas genuinamente preocupadas com a sua evolução em gestão do conhecimento mas, não têm pelo seu número reduzido, a massa crítica suficiente para através da sua evolução e dos mecanismos da economia de mercado arrastarem as restantes para um salto qualitativo.
Estão criadas as condições para se optar pela inovação disruptiva em lugar da inovação incremental tomando as PME Portuguesas pelo conjunto dos oito sectores trabalhados é particularmente preocupante prospectivar a competitividade nacional e internacional (mesmo que ocorrida dentro das fronteiras nacionais) desta tipologia de empresas por, como se sabe, as TI e a sua gestão determinarem largamente, na actualidade e previsível futuro de conjuntura económica internacional, a capacidade para se renovarem, melhor se inserirem nos mercados e garantirem a competitividade, para não dizer mesmo a sua sobrevivência.
No lado das potencialidades regista-se que sendo o atraso do tecido económico das PME tão marcado em relação às tendências internacionais mais desenvolvidas, estão reunidas as condições para que se preparem saltos qualitativos catalisados por Agente externo às empresas, passando-se das actuais ferramentas Web 1.0 directamente para quadros referenciais bastantes avançados, dispensando o habitual avanço incremental, e passando-se para um modelo fundamentado na inovação dita disruptiva ou radical, onde se vise desde já o uso intensivo de ferramentas Web 2.0, e se lance o debate nas PME sobre a sua preparação para a inserção na Web 3.0 ao longo dos próximos 3 anos.
Enquanto estudo exploratório que fornece baselines seguras, do presente trabalho resultam, naturalmente, claros desafios para o futuro:
I. A noção de economia baseada no conhecimento e de sociedade em rede é captada hoje em dia pela gestão PME, que vê nas exigências competitivas operacionais sinais desta nova realidade, designadamente na valorização das competências humanas, estratégias cooperativas e introdução de TI nos seus processos como valências cruciais. Contudo, esta visão e adesão à partida ainda não encontram reflexo na introdução de ferramentas 2.0, parecendo existir um gap entre a estratégia (o que se pretende) e a acção (o que é obtido). Estratégias de sensibilização sobre este tema passam por consolidar os esforços “pioneiros” e começar a motivar adesão a um segmento seguinte de PME “inovadoras”. O desenvolvimento de casos de estudo e a concomitante formação de lideranças pode ser um veículo relevante de comunicação da visão PME 2.0.
II. Parece existir um gap ao nível das capacidades tecnológicas nas PME ainda por superar, sendo estas reconhecidas como condição necessária mas não suficiente – em linha com a abordagem sócio-técnica. A capitalização do potencial das ferramentas 2.0 só será uma realidade com a transformação para métodos de trabalho ancorados na lógica de processos colaborativos. Sendo que as PME atribuem grande importância a agentes externos (facilitadores) para conseguirem evoluir no sentido de utilizarem as potencialidades da Web 2.0 ao serviço de uma competitividade acrescida, reside aí a oportunidade de estabelecer redes de conhecimento orientadas para a capacitação humana e tecnológica das PME. Deverá ser equacionado lançar um programa de salto qualitativo que vise a evolução das PME para a problemática das TI no formato disruptivo, superando as evoluções meramente incrementais que se têm registado, e através desse formato potenciar as PME portuguesas na sua competitividade.
III. Os indicadores e respectivas baselines encontrados incitam-nos a aprofundar os conhecimentos aqui alcançados com uma evolução do presente trabalho para outro de maior abrangência e, principalmente, de cariz internacional, junto dos países da UE mais próximos cultural e economicamente. Essa nova pesquisa deve possibilitar a destrinça do que é fruto da(s) cultura(s) nacional(is) dos países que participem na pesquisa, assim como identificar quais os modelos de catalisação de TI em PME de modo a auxiliar os governos dos países envolvidos no estudo a serem mais proficientes nos seus programas nacionais de apoio à implementação e desenvolvimento de TI em PME.
IV. A relevância das metodologias e resultados alcançados sugerem a disseminação deste trabalho através da sua publicação em revista científica internacional, fortalecendo o débil acervo de conhecimentos sobre o tema, nomeadamente em países Latinos. Esta iniciativa permitirá obter a validação técnica internacional do trabalho empreendido, assim como recolher os contributos e críticas que o processo de peer reviewing possibilita, de modo a poder utilizá-los em futuros trabalhos, divulgando os elementos ainda extraíveis desta pesquisa que requerem um mais prolongado tempo de estudo e análise.
V. A transferência de conhecimento científico para o contexto operacional das PME deverá constituir um objectivo para a AIP-CE, tendo em conta as recomendações supra citadas e a agudização de cenários competitivos mais exigentes aos quais se deverá dar adequada resposta. Deste modo, o alinhamento com iniciativas tecnologicamente avançadas, nomeadamente com acções de disseminação e adopção de “enabling technologies” no seio das PME, visando a aceleração da aprendizagem informal reflexiva e o fomento das redes sociais de aprendizagem, poderá beneficiar as PME nacionais pelo desenvolvimento e mobilização precoce de competências a colocar ao serviço dos processos de aprendizagem e colaboração das PME. A sistematização das oportunidades existentes ao nível externo, em alinhamento próximo com as prioridades de investigação aplicada apoiadas pela UE (designadamente FP7), e um concomitante aprofundamento do núcleo de competências e rede de agentes nacionais (mais) sensibilizados no quadro do estudo em apreço, são duas dinâmicas estratégicas a consolidar.